Sintra & Lisboa

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Internet grátisInternet grátis
Estacionamento gratuitoEstacionamento gratuito
GPS Audio GuiaGPS Audio Guia
A partir de90€ - 2 days p/ pessoa

Esta tour inclui:

+35 pontos de Interesse
+35 pontos de Interesse

Venha passear por Sintra e Lisboa num tour privado de 2 dias num pequenino e divertido carro elétrico. Aventure-se primeiro pela mágica Vila de Sintra. No segundo dia, perca-se pelo pela maravilhosa capital de Portugal, Lisboa.

Destaques da Atividade

  • 2 dias inteiro para conhecer Sintra e Lisboa, conduzindo um veículo 100% eléctrico
  • Perca-se pela mágica Vila de Sintra, no primeiro dia. No dia seguinte aventure-se pela capital Lisboa
  • Seja independente e personalize o seu Tour - Vá onde quiser
  • Privacidade garantida. Apenas você e os seus!
  • GPS Audioguia em vários idiomas
  • Internet disponível
  • Assistência a qualquer momento!
Descrição do Tour

sintra & lisboa

Disfrute de 2 dias para conhecer a Vila de Sintra e a cidade de Lisboa. Passeie nestes dois locais icónicos e famosos pela sua beleza, num pequenino e divertido carro 100% eléctrico!

No primeiro dia, em Sintra, terá a oportunidade de passear perto de famosos Palácios como o da Pena e Monserrate, ou perder-se na bela Quinta da Regaleira. O centro histórico desta vila secular é igualmente imperdível e muito característico. Se quiser dê uma escapada até à Praia Grande, ou à Praia das Maças, e se estiver bom tempo aproveite para mergulhar nas águas do Atlântico.

No segundo dia, em Lisboa, irá visitar os famosos miradouros, onde poderá contemplar a cidade em todo o seu esplendor. Depois irá passear junto ao rio, pela zona de Belém, e admirar monumentos históricos como a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos e edifícios com uma arquitetura moderna e vanguardista como o MAAT. Tudo isto misturado com belos e espaçosos parques onde poderá relaxar à sombra de uma de muitas árvores.

Não perca esta oportunidade de um tour combinado em dois locais imperdíveis pela sua beleza!

Este tour é uma parceria entre a Live Electric Tours e a LAS Tours.

 

autonomia, privacidade e personalização

Neste Tour autoguiado de 2-dias pela vila de Sintra e cidade de Lisboa, a sua independência e privacidade estão garantidas. Apetece-lhe mudar a sua rota e seguir um caminho alternativo? Não se preocupe, pode personalizar o seu tour. Vá onde quiser e estacione gratuitamente em qualquer local. Apenas você e os seus, sem mais ninguém para atrapalhar!

Sustentabilidade

Tudo isto a bordo do fantástico Renault Twizy, um pequeno e engraçado carro 100% elétrico, feito para 2. Com este carro totalmente sustentável e amigo do ambiente já poupámos toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera, fazendo da cidade e do nosso Mundo locais mais limpos. Foi por isto que fomos considerados a melhor StartUp do Mundo em “Turismo Sustentável” no ano de 2020, prémio atribuído pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (UNWTO).

tecnologia

O Twizy vem equipado com muita tecnologia para lhe proporcionar todo o conforto e independência na sua experiência. WiFi gratuito e entradas USB para carregar o seu smartphone, GPS Audio Guia com vários pontos de interesse na cidade, e uma fantástica camera instalada no topo do carro que lhe permitirá transmitir em direto a experiência para as suas redes sociais. No final do tour enviamos-lhe igualmente uma gravação digital da sua road trip urbana, para mais tarde recordar.

segurança (covid-19)

Para sua segurança, e em conformidade com as normas da DGS e OMS, implementámos medidas extraordinárias para o proteger face à pandemia do Covid-19. A Live Electric Tours adotou todas as normas divulgadas e aprovadas para que possa usufruir do seu tour de uma forma completamente protegida. Os nossos carros são desinfetados no início e final de cada tour. Este procedimento realizado pela nossa equipa, que cumpre todas as normas establecidas para o efeito. Recordamos que todos os nossos tours são totalmente privados, pelo que não terá contato com outras pessoas, a não ser com aquela que for consigo no carro. As interações com a nossa equipa serão reduzidas ao mínimo, ocorrendo apenas no início e final de cada tour, com todas as medidas de segurança adotadas.

PONTO DE ENCONTRO

SINTRA (dia 1): No primeiro dia, quando chegar a Sintra, encontre-se com a LAS Tours na Rua Dr. Alfredo da Costa 62, 2710-523, onde o pequeno e divertido Renault Twizy estará à sua espera para uma inesquécivel viagem.

LISBOA (dia 2): No segundo dia, dirija-se à loja da Live Electric Tours em Lisboa à hora marcada do seu tour pela cidade. Rua Palmira 64A, 1170-289 Lisboa. Fica a 5 minutos a pé das estações de Metro Anjos/Intendente (Linha Verde).

O que inclui

SINTRA (dia inteiro):

  • Aluguer de um Renault TWIZY (capacidade: 2 pessoas)
  • Seguro de Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Automóvel
  • Tour com GPS Audio Guia disponível em 7 idiomas
  • Briefing do veículo antes do começo
  • Assistência no local (em caso de necessidade use o botão SOS)
  • Wifi disponível
  • Estacionamento gratuito

 

LISBOA (6 horas):

  • Aluguer de um Renault TWIZY (capacidade: 2 pessoas)
  • Seguro de Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Automóvel
  • Estacionamento gratuito em toda a cidade
  • Tour com GPS Audio Guia 
  • Wi-Fi no veículo
  • Transmissão ao vivo da sua experiência para partilhar com amigos e familiares via Redes Sociais
  • Gravação digital de toda a experiência. Uma memória única para depois desfrutar
  • Briefing do veículo antes do começo
  • Assistência no local se necessário
O que não inclui
  • Entrada em monumentos
Pontos de interesse

PAÇOS DO CONCELHO (dia 1)

Após a inauguração da via ferroviária Lisboa-Sintra, em 1889, Sintra sofreu importantes alterações no seu tecido urbano.

Porém, a impossibilidade da própria Vila vir a ganhar mais terreno à Serra, conduziu felizmente à edificação de um novo bairro, relativamente afastado e denominado de Estefânia, em homenagem à Rainha D. Estefânia, mulher de D. Pedro V. 

Assistiu-se, portanto, à deslocação do centro económico-social, o que obrigou também à transferência das principais entidades administrativas que permaneciam instaladas num edifício do século XVIII, próximo do Paço Real.

Para a construção da nova Câmara optou-se por um lugar acessível, quer para a dita Vila Velha, quer para o burgo da Estefânia. Por isso, os modernos Paços do Concelho foram edificados entre ambos os bairros, no local onde, até então, se erguia a antiga ermida de São Sebastião.

A construção do novo edifício dos Paços do Concelho, iniciada em 1906, segundo projeto de Adães Bermudes, foi concluída em 1909. O edifício apresenta fachadas austeras, com janelas neo-Manuelinas sobriamente decoradas. No alçado principal destaca-se, pela sua imponência, uma torre superiormente rematada por ameias, e por uma cobertura piramidal revestida com azulejos, os quais representam alternadamente a Cruz de Cristo e o Escudo Pátrio. No topo, surge, majestosa, a esfera armilar. Ladeiam esta curiosa cobertura quatro outras de menores dimensões, coroando "guaritas" que lhe formam os cantos. Nesse mesmo alçado, sobressai um balcão, pleno de arcos de feição manuelina, e encimado por um frontão em que se inscrevem as armas municipais.

No interior abre-se um magnífico claustro, cujos varandins do piso superior apresentam rica ornamentação neo-Manuelina e Renascentista.

 

MIRADOURO DA VIGIA (dia 1)

O Miradouro da Vigia localiza-se apenas 2 km do centro histórico, em São Pedro de Sintra, e abrange uma vista magnífica, comparável apenas a uma pintura dos mais belos postais.

Dele é possível observar três montes, cada um deles com uma construção deslumbrante: o Palácio Nacional da Pena, o Castelo dos Mouros e o Castelo de São Gregório, um palacete revivalista.

 

FONTE DA SABUGA (dia 1)

A atual fonte foi erguida no século XVIII, mas as águas da Sabuga já são bebidas e faladas, pelo menos, desde o séc. XII, altura em que o Cruzado Osberno terá dito que abrandavam a tosse.

No séc. XVIII o fontanário foi refeito, por duas vezes, uma delas devido aos estragos causados pelo terramoto de 1755. Possui coruchéus alternados com frontões de gosto barroco, tendo, ao centro, as armas do município envolvidas numa fina cercadura.

Até 2005, as 3 paredes da fonte estavam revestidas com painéis de azulejos do séc. XX, retirados na recente reforma que propôs uma visão mais romântica do fontanário. Hoje, é impossível não notar no contraste das suas cores - o azul e o amarelo. 

 

CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA (dia 1)

Sintra parece saída de um conto de fadas, com um ambiente de floresta encantada que tem apaixonado poetas ao longo do tempo. É onde Lisboa se refresca, graças a um microclima que faz com que pareça estar noutra dimensão, e que atraiu a nobreza que construiu palácios ao longo dos séculos. O resultado foi o primeiro centro de arquitetura romântica da Europa, hoje classificado como Património Mundial pela UNESCO (a primeira "paisagem cultural" da Europa a ser classificada).

Os celtas criaram aqui um culto à lua, os mouros ergueram a sua "grande muralha" e a realeza construiu os palácios de sonho. O mais extraordinário é o Palácio da Pena, que mais parece uma extravagância da Disney, mas que é uma verdadeira residência real do século XIX. Outras construções quase surreais incluem a Quinta da Regaleira, o Convento dos Capuchos e o Palácio de Monserrate, e há ainda fontes e cascatas acrescentando ao irresistível ambiente místico.
Não muito longe do centro da vila encontra-se o Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente europeu.

 

PIRIQUITA (dia 1)

Assim como você não pode visitar Belém sem parar nos Pasteis de Belém, não deve sair de Sintra sem experimentar alguns doces na pastelaria Casa Piriquita. Procure o travesseiro - um bolo retangular pegajoso, escamoso e doce, recheado com creme de ovo e aromatizado com amêndoas.

Esta loja de 155 anos também é conhecida por suas queijadas. Com origem na palavra queijo, que significa queijo, as queijadas são bolos redondos recheados com queijo, açúcar, ovos e canela, cercados por uma deliciosa crosta de farinha. Tente sentar-se no interior para saborear estes favoritos de Sintra com um café ou levar seus bolos para viagem.

 

FONTE DOS PISÕES (dia 1)

A atual Fonte dos Pisões foi erigida pela Comissão de Iniciativa de Turismo de Sintra, em 1931, e substituiu anterior tanque, com cronologia que remonta, pelo menos, à era de quinhentos, subsistindo a memória documental de ali se terem efetuado trabalhos de beneficiação já em 1651, aquando da visita de D. Luísa de Gusmão a Sintra: «Fontes — Item Com os oficiais E trabalhadores q Consertarão a fonte (...) dos pisões E a limparão».

O fontanário existente foi projetado pelo Mestre José da Fonseca e desenvolve-se a partir de estrutura semi-circular, à qual se acede através de escadeado baixo. O espaldar, ladeado por bancos corridos, está profusamente ornado com coloridos motivos geometrizastes insculpidos na própria argamassa. Ao centro, rasga-se grande círculo enquadrado pelo retilíneo alteamento do frontal patenteando painéis azulejares, assinados pela F.CA Ceramica Constancia — Lisboa, de polícroma e rotunda ornamentação.

Ali, naquela circunferência, desenvolve-se o frontal propriamente dito, de inspiração renascentista, inscrito em conjunto cerâmico e conjugando fundos lisos e friso florais, de onde emerge baixo-relevo, no qual, por entre folhagem, se animam putti, sentados numa elevação, bebendo água ou carreando pequenas bilhas e, ao centro, um outro, de pé, segura uma faixa onde se lê: SALVE. Trata-se, pois, de um elogio à água, à salubérrima água de Sintra.

Logo abaixo desta animada composição escultórica, o “monte” que sustém os putti transmuda-se na parte superior da bica por onde corre, abundante, o fresco e cristalino líquido que cai em gomada taça rectangular que, por sua vez, liberta a água para o bem aguachado tanque rasteiro destinado aos animais.

Segundo o Padre Sebastião Nunes Borges, na respetiva Memória Paroquial de 22 de Abril de 1758, a Fonte dos Pisões situava-se na saída da estrada de Sintra para Colares e apresentava uma maior corrente no Inverno, regando a sua água os pomares cimeiros, sendo aproveitada pela maioria dos moradores da vila.

 

QUINTA DA REGALEIRA (dia 1)

Este enigmático monumento neomanuelino é um cenário mágico composto por jardins, grutas, lagos, e um túnel com 30 metros de profundidade com uma monumental escadaria em espiral. É uma fantasia transformada em residência do milionário António Augusto Carvalho Monteiro (o grande importador de café do seu tempo) em 1892, misturando uma variedade de estilos arquitectónicos em inesperada harmonia.
Tanto o palácio como os quatro hectares do seu jardim romântico estão cheios de símbolos esotéricos, estátuas de figuras mitológicas e grutas labirínticas, criando uma experiência divertida que atrai cada vez mais visitantes de todas as idades.

 

PALÁCIO E JARDINS DE MONSERRATE (dia 1)

Palácio de Monserrate é um dos melhores exemplos do ecletismo europeu do século XIX. Começou por ser uma mansão neogótica construída em 1790 por um comerciante inglês, e acabou por ser habitado pelo escritor William Beckford (conhecido como o jovem inglês mais rico do seu tempo, que deixou Inglaterra depois de um escândalo homossexual) e mais tarde por Sir Francis Cook (um milionário e colecionador de arte inglês), que foi responsável pela sua arquitetura atual. O edifício mistura vários estilos, desde o neogótico ao neomourisco, e inclui uma cúpula inspirada no Duomo de Florença.
É rodeado por um parque exuberante com uma notável coleção botânica, com espécies de todo o mundo, cascatas e lagos, em grande parte obras de Beckford e de Cook. Tem também um roseiral, jardins mexicanos e japoneses, e um grande relvado em frente ao palácio.
A entrada faz-se através de um salão octogonal com uma sucessão de arcos ogivais e colunas de mármore. A partir de aí, os visitantes percorrem a biblioteca, a capela, as salas de música e de bilhar, decoradas com belos pormenores nas paredes e tetos.

 

CONVENTO DOS CAPUCHOS (dia 1)

Encantador e misterioso, este convento esculpido na pedra em 1560 é onde monges franciscanos viveram até 1834, e onde hoje visitantes se sentem num cenário de Alice no País das Maravilhas, atravessando divisões de dimensões chocantemente minúsculas.
A simplicidade da construção, com apenas revestimentos em cortiça, demonstra a austeridade dos monges, que privilegiavam a espiritualidade e passavam os dias em oração e meditação.

 

CHALET CONDESSA D'EDLA (dia 1)

O Chalet da Condessa d'Edla foi construído pelo Rei D. Fernando II e sua segunda mulher, Elise Hensler, Condessa d'Edla, entre 1864 e 1869, segundo o modelo dos Chalets Alpinos então em voga na Europa.

É um edifício com uma forte carga cénica caracterizado pela marcação horizontal do reboco exterior, pintado a imitar um revestimento em pranchas de madeira, e pelo uso exaustivo da cortiça como elemento decorativo, forrando molduras de portas e janelas, beirados, varandas e troncos de árvore adossados às fachadas para suporte de trepadeiras.

A localização do Chalet é notável pois, situado no extremo oposto do parque em relação ao palácio, mantém com este uma importante relação visual que é acentuada pela proximidade de um dramático conjunto de blocos de granito, as Pedras do Chalet, e por um vale que é sobranceiro.

Da varanda do Chalet avistava-se o mar e, das pedras, as muralhas do Castelo dos Mouros, recortando a serra e, ao fundo, o palácio. O jardim envolvente integra exóticas coleções botânicas, miradouros com vistas para o palácio, bem como para o Chalet e o Castelo dos Mouros, e espécies botânicas provenientes de todo o mundo, de que são especial exemplo os fetos arbóreos da Austrália e Nova Zelândia plantados no Vale.

 

VALE DOS LAGOS (dia 1)

O Vale dos Lagos do Parque situa-se no topo norte da área central da Pena, entre a encosta do Palácio (a nascente) e a encosta que dá acesso à zona da Abegoaria, Feteira da Condessa e Chalet (a poente). Encontra-se ainda delimitado a norte pelo muro da propriedade - neste estando abertos dois portões muito próximos - e a sul pelo Jardim da Feteira da Rainha, onde se encontra um outro lago, alimentado pelas mesmas águas (o Lago dos Fetos).

 

CASTELO DOS MOUROS (dia 1)

Construído pelos mouros no século IX, este castelo observava a costa de Lisboa e tinha passagens secretas e uma grande cisterna, vitais em caso de ataque. Na época medieval, já depois da reconquista cristã em 1147, foi construída uma igreja dedicada a S. Pedro de Canaferrim, cujas ruínas albergam atualmente objetos recolhidos nas escavações arqueológicas e mostram vídeos sobre a história do castelo.
Das muralhas do monumento tem-se uma magnífica vista panorâmica sobre Sintra, podendo-se admirar o Palacio da Pena, o Palacio Nacional de Sintra, a Quinta da Regaleira, e todos os outros palácios até à costa atlântica. É possível percorrer os cerca de 450 metros das muralhas e aceder ao topo dos cinco torreões.

 

PARQUE E PALÁCIO NACIONAL DA PENA (dia 1)

Este palácio de conto de fadas é um dos mais espetaculares do mundo e uma das obras mais ecléticas da Europa. Foi construído em 1840 sobre um antigo convento, que acabou por ser incorporado no novo edifício (incluindo um claustro manuelino decorado com azulejos de 1520 e uma capela do século XVI com retábulo em mármore e alabastro). É um palácio de pura fantasia, misturando elementos neogóticos, neomanuelinos, neomouriscos e neorenascentistas, criando um dos mais notáveis exemplos do Romantismo europeu. Inclui torres de vigia, uma entrada observada por um Tritão, e um interior em grande parte decorado com porcelana oriental e mobiliário europeu, tal como a família real o deixou em 1910. Na cozinha vê-se utensílios de grandes dimensões utilizados para preparar os banquetes reais.
Muitas vezes comparado com os castelos da Baviera, o Palácio da Pena é tão simbólico para Portugal como o Neuschwanstein é para a Alemanha, sendo o palácio português duas décadas mais velho que o alemão.

 

FONTE DE SÃO PEDRO (dia 1)

À entrada do largo, onde, no segundo e quarto domingos de cada mês, se realiza a antiquíssima feira de São Pedro, ergue-se uma fonte devotada ao patrono deste pitoresco bairro sintrão.

O fontanário, projectado pelo arquitecto Raul Lino, foi, segundo placa aposta no seu interior, oferecido pela Junta de Freguesia à Câmara Municipal, em 1928.

De concepção erudita, o edifício de planta centralizada com cúpula encimada pelas “chaves do Céu”, riscado por Lino aproxima-se bastante dos cânones arquitecturais renascentistas.

Uma colunata centrada pelo vão de acesso conduz-nos ao interior do edifício que permanece bordejado por bancos corridos forrados com azulejos a imitar o típico tapete setecentista.

A torneira, envolta num radioso sol relevado e sobrepujado por painel cerâmico similar aos já descritos, vaza em pequeno tanque de feição circular assente em coluna.

 

MARTIM MONIZ (dia 2)

Esta praça, com vista para o castelo, é onde se cruza o maior número de etnias na cidade. É o centro de uma mini “Chinatown” e um terminal do famoso Electrico 28.
Esquecida durante anos, foi revitalizada em 2012 como mercado de comida de rua. Foram instalados vários quiosques de comida rápida com esplanadas, servindo os sabores das várias culturas presentes no bairro (chineses, indianos, africanos, entre outros).
Aos fins de semana também é palco do “Mercado de Fusão”, misturando uma variedade de produtos, desde artesanato a mercearia do mundo e produtos biológicos, muitas vezes acompanhado por animação musical.
Um dragão gigante, feito de peças de telemóveis e de computadores em 2012 (ano do dragão), encontra-se no meio da praça, homenageando a comunidade chinesa.
A linha de fontanários que atravessa a praça é uma referência à antiga cerca que subia daqui a colina.

 

MIRADOURO PORTAS DO SOL (dia 2)

A vista daqui é digna de um postal ilustrado. É uma varanda com vista panorâmica sobre Alfama, de onde se pode ver o Mosteiro de São Vicente de Fora, o Panteão Nacional e a Igreja de Santo Estevão. Qualquer turista pára para fotografar, acabando depois por ficar na esplanada junto ao quiosque, ou na esplanada Portas do Sol no terraço de baixo.
Ao centro, virada para o Museu das Artes decorativas, está uma estátua de São Vicente (o santo padroeiro de Lisboa), com os símbolos da cidade -- uma barca com dois corvos.
É daqui que se tem a melhor vista do nascer do sol, e é onde se começa um belo passeio pelas ruas de Alfama.

 

ALFAMA (dia 2)

Este bairro medieval (que já foi uma judiaria e uma comunidade piscatória) é o bairro mais antigo da Europa, depois de El Pópulo em Cádis. É uma pequena aldeia ou medina no meio da capital, e uma relíquia dos tempos anteriores ao grande terramoto de 1955. Escapou à catástrofe graças aos seus sólidos alicerces na colina mais alta da cidade, que se estende até ao bairro da Graça.
É um bairro para se perder por becos e largos, deixando-se guiar pelos sentidos: vendo estendais nas varandas e fantásticas vistas do Tejo, cheirando peixe a assar na esquina, ouvindo os sons do Fado do interior de um restaurante típico, saboreando pratos tradicionais e tocando em magníficos painéis de azulejos. Este é o bairro mais pitoresco de Lisboa e a verdadeira alma da cidade.
Aqui a vida continua como há séculos atrás, mas descendo até ao rio entra-se novamente no século XXI, com antigos armazéns agora convertidos em alguns dos espaços mais na moda na cidade, como o DeliDelux para brunch ou lanche, o Bica do Sapato para jantar e o Lux Frágil para beber e dançar até amanhecer.

 

MIRADOURO DA GRAÇA (dia 2)

Este romântico miradouro à sombra de pinheiros atrai jovens à sua esplanada, que oferece uma fantástica vista do castelo e do Tejo.
Apesar de todos lhe chamarem Miradouro da Graça, o nome oficial é Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, a poetisa falecida em 2004, que passou aqui muitos dos seus dias a admirar Lisboa. Um dos seus poemas pode ser lido numa parede virada para o seu busto em bronze, que se encontra a observar a cidade. Atrás está a Igreja da Graça, do século XVIII.

 

MIRADOURO DA NOSSA SENHORA DO MONTE (dia 2)

Já foi um dos maiores segredos da cidade, mas tem vindo a ser descoberto por guias turísticos e por casais de namorados. Oferece uma vista panorâmica de Lisboa, que também é observada por uma pequena imagem da Virgem que dá o nome ao miradouro. Por trás da imagem está uma pequena capela do século XVIII, que se encontra quase sempre fechada. Conta uma lenda antiga que as grávidas que se sentassem na cadeira de pedra no interior teriam os partos facilitados.
Este é um dos pontos mais altos da cidade, por isso avistam-se vários monumentos, identificados num painel de azulejos.
O miradouro é muito procurado ao pôr-do-sol, mas durante o dia há também quem fique horas à sombra das oliveiras, ciprestes e pinheiros-mansos.
Para aqui chegar, caminhe pela Rua da Graça desde o Largo da Graça, e vire à esquerda na Rua da Senhora do Monte.

 

PARQUE EDUARDO VII (dia 2)

O maior parque do centro de Lisboa sobe uma das colinas da cidade, oferecendo uma das mais belas vistas da capital.
Entre o vasto relvado encontra-se uma estufa criada nos anos 30, com várias espécies de plantas vindas de climas tropicais. É um dos espaços verdes mais importantes de Lisboa, considerado um autêntico museu vivo. Além de pequenos lagos e cascatas, obras de estatuária e centenas de espécies de plantas, esconde ainda uma estufa quente. No lado oposto vê-se um edifício com um exterior coberto de azulejos, que foi dedicado a Carlos Lopes (vencedor da maratona das Olimpíadas de Los Angeles), e que em breve será reabilitado para a realização de eventos culturais e desportivos.
É neste parque que se realiza a anual feira do livro, durante vários dias do mês de junho.
O parque foi batizado com o nome de Eduardo VII, o monarca inglês que visitou Lisboa em 1903, cinco séculos depois da Aliança Luso-Britânica.
No topo norte, onde se encontra um miradouro, está hasteada uma enorme bandeira de Portugal com 20 metros, e o Monumento ao 25 de Abril, inaugurado em 1997.

 

RESTAURADORES (dia 2)

Esta praça lembra a restauração da coroa portuguesa após 60 anos de domínio espanhol com um obelisco monumental no centro.
À sua volta estão vários edifícios elegantes, entre os quais o Palácio Foz, um belo palácio do século XVIII que infelizmente encontra-se encerrado ao público com a exceção de um espaço no piso térreo que alberga o centro de informação turística de Portugal.
Ao lado vê-se um dos mais emblemáticos elevadores de Lisboa, o Elevador da Glória que liga esta parte da cidade ao Bairro Alto.
Do outro lado da praça está o Hard Rock Café, situado num antigo cinema e sempre cheio de turistas.

 

ROSSIO (dia 2)

ais conhecida por Rossio, a Praça Dom Pedro IV é a praça que marca o centro da cidade. Tem uma bela calçada portuguesa, que foi reproduzida em várias partes de Portugal, no Rio de Janeiro e em Macau, e é muito movimentada a qualquer hora do dia.
Foi palco das fogueiras da Inquisição, e no início do século XX era onde intelectuais se reuniam em cafés, como o Nicola, que ainda existe. É também onde se encontra o teatro neoclássico Dona Maria II, e um monumento a Dom Pedro IV com 27 metros de altura entre duas fontes barrocas monumentais.

 

CHIADO (dia 2)

Chiado é o bairro mais elegante de Lisboa e está sempre na moda. É onde todos marcam encontro para um café, para ir às compras, ou como ponto de encontro antes de um jantar no Bairro Alto.
A maioria dos edifícios foram originalmente construídos no século XVIII, e muitos foram reabilitados nos anos 90 pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira, depois de um devastador incêndio em 1988. É um bairro que nos leva numa viagem até aos finais do século XIX e princípio do século XX, a "Belle Époque" quando escritores como Fernando Pessoa e Eça de Queiroz frequentavam os seus cafés. É também o bairro dos teatros, de livrarias antigas e de marcas internacionais, dando-lhe um ambiente animado e cosmopolita a qualquer hora do dia.

 

BAIRRO ALTO (dia 2)

Bairro Alto, um bairro criado em 1513, muda verdadeiramente da noite para o dia. Durante o dia é um bairro adormecido, ressacado da noite anterior, com muito pouco a acontecer a não ser nas lojas da Rua do Norte. Acorda quando o sol se põe, com os restaurantes a abrirem as portas e jovens a prepararem-se para mais uma noite de bar em bar.
Os bares são pequenos, forçando os notívagos a espalharem-se pelas ruas estreitas, criando um ambiente de festival de rua. A Rua da Atalaia, a Rua do Diário de Notícias e a Rua da Barroca enchem-se de jovens de caipirinha na mão, misturando diferentes tribos urbanas, hetero e gay.
É um bairro habitado por idosos e boémios, dando-lhe um ambiente que é simultaneamente tradicional e de vanguarda, um lugar que não precisa de nome -- é simplesmente "o bairro" onde tudo acontece -- à noite.
Atravessando a Calçada do Combro entra-se no pequeno bairro da Bica, conhecido pelo seu famoso ascensor. É mais um bairro pitoresco que desce a colina, juntamente com o bairro de Santa Catarina logo ali ao lado, este conhecido pelo seu miradouro.

 

MIRADOURO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA (dia 2)

Todos os miradouros de Lisboa são românticos, mas este é o mais romântico de todos. É um terraço ajardinado com bustos de figuras históricas, de onde se tem uma vista do castelo, da Baixa e do Tejo. Tem ainda uma fonte e esplanadas de quiosques, de onde se pode admirar toda a beleza da cidade.
Ao lado do terraço encontra-se o Elevador da Glória a subir e a descer a colina, enquanto num dos edifícios em frente situa-se o Solar do Vinho do Porto, onde se pode provar todos os tipos do vinho mais famoso de Portugal.

 

RUA COR-DE-ROSA (dia 2)

Rua Nova do Carvalho é uma rua pedonal, mais conhecida por “Rua Cor-de-Rosa”, depois de um projeto de intervenção urbana em 2013, em que o pavimento entre as esplanadas, bares e discotecas foi pintado de rosa. Passou a ser uma das ruas mais movimentadas à noite, e é também uma “galeria de arte ao ar livre”.
A vizinhança queixa-se do ruído e da sujidade causada pela diversão noturna, mas esta rua é hoje o centro da noite lisboeta. O New York Times até colocou-a numa lista das suas doze ruas preferidas na Europa. É uma rua que convida lisboetas e turistas, que ficam até de madrugada a beber na rua ou a dançar numa das discotecas.

 

LX FACTORY (dia 2)

Um complexo fabril de 1846 renasceu em 2008 como “fábrica” de criatividade e de experiências. Manteve os espaços industriais e convidou empresas do ramo das artes, que mais tarde trouxeram lojas, cafés e restaurantes. Hoje encontra-se um pouco de tudo, desde moda a livros, móveis vintage e design contemporâneo, e para refeições há pizza, sushi e hambúrgueres, além da cozinha mais criativa. Os interiores mantêm muitas das peças antigas, enquanto grande parte dos exteriores estão cobertos de arte urbana.

 

BELÉM (dia 2)

Belém é o bairro histórico dos Descobrimentos. Foi destas margens do Tejo que Vasco da Gama e outros navegadores partiram em viagens épicas, celebradas aqui através de grandes monumentos e museus.
A extraordinária arquitetura da Torre de Belem e do Mosteiro dos Jeronimos (ambos Património Mundial) é o resultado da descoberta do caminho marítimo para a Índia e da abertura do comércio com o Japão, e também da colonização do Brasil e de partes de África e da Ásia. Estes monumentos foram embelezados com motivos de terras longínquas esculpidos em pedra, assim como foram os heróis da época no colossal Padrão dos Descobrimentos.
Belém é também um bairro conhecido pelos seus museus, especialmente o Museu dos Coches, a coleção internacional de arte moderna e contemporânea do Museu Berardo e o emblemático MAAT.
Mesmo com todas estas atrações, o espaço que recebe o maior número de visitas é uma pastelaria. Na Antiga Confeitaria de Belem (simplesmente conhecida por "Pastéis de Belém") devoram-se os famosos pastéis de nata que nasceram e continuam a ser feitos melhor aqui do que em qualquer outro lugar do país, seguindo uma receita secreta.
Subindo a colina pela Calçada da Ajuda, chega-se ao bairro da Ajuda, onde se encontra o palácio real e um belo jardim botânico.

 

CENTRO CULTURAL DE BELÉM - CCB (dia 2)

O maior centro cultural de Lisboa foi construído para a presidência portuguesa da União Europeia em 1992. Hoje apresenta um calendário cultural de nível mundial, assim como o maior auditório da cidade.
Acolhe ainda o Museu Berardo de Arte Moderna e Contemporânea, e oferece espaços de restauração com vista para o Tejo.
O maior evento anual acontece na primavera, os "Dias da Música", um festival de música clássica.

 

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS (dia 2)

Este maravilhoso mosteiro do século XVI é imperdível em Lisboa. É uma viagem até à época dos Descobrimentos, quando as especiarias do Oriente pagaram pela sua grandiosa arquitetura, que, juntamente com o significado histórico, levou à classificação de Património Mundial.
Tesouros de todos os cantos do mundo desembarcaram em Lisboa depois de Vasco da Gama ter aberto o caminho marítimo para a Índia, e o túmulo do descobridor foi colocado à entrada da igreja. Em frente vê-se o túmulo do poeta Luís de Camões.
Motivos marítimos, únicos no mundo, encontram-se esculpidos pelo interior (desde corais a cordas), e também podem ser admirados no magnífico claustro. Este claustro é muitas vezes palco de eventos especiais, como a assinatura do Tratado de Lisboa em 2007, com os 27 membros da União Europeia.

 

PASTEIS DE BELÉM (dia 2)

O nome oficial é "Antiga Confeitaria de Belém" mas todos conhecem esta confeitaria simplesmente por "Pastéis de Belém". Esses pastéis são os pastéis de nata à venda pelo país e mundo fora, mas aqui são "de Belém". Isso porque todos os outros pastéis são imitações, pois os Pastéis de Belém são os originais, os melhores, e feitos seguindo uma receita secreta. São servidos aqui desde 1837, e são recomendados por todos os guias turísticos, levando a longas filas às porta. Pode pedir alguns para levar, mas não deixe de entrar nas belas salas cobertas de azulejos para desfrutá-los ainda quentes.

 

TORRE DE BELÉM (dia 2)

O monumento mais emblemático de Lisboa ergue-se do Tejo, onde este desagua no Atlântico.
Contruído em 1515, é uma bela fortaleza que protegia a cidade e que também serviu de ponto de partida para muitas das viagens da época dos Descobrimentos. O seu significado histórico e a singularidade da sua arquitetura levaram à classificação de Património Mundial.
O mais impressionante é a fachada virada para o rio e as vistas das varandas e janelas. A pedra é esculpida com motivos relacionados com os Descobrimentos, e inclui uma imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, que se acreditava proteger os navegantes. Há ainda um rinoceronte que inspirou a famosa gravura de Dürer. Veja mais detalhes abaixo.

 

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS (dia 2)

Inaugurado em 1960, ano das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, este monumento à beira Tejo tem a forma de uma caravela a fazer-se ao mar, e evoca a época dos Descobrimentos portugueses. Com uma altura de 56 metros, 20 de largura e 46 de comprimento, tem como figura central o Infante com nove metros de altura, seguido por 32 figuras de sete metros, todas ligadas a essa época histórica.
O monumento é em betão, mas as esculturas são em cantaria de calcário e da autoria do escultor Leopoldo de Almeida.
O interior apresenta exposições temporárias, e tem um elevador que permite chegar ao miradouro no topo, que oferece uma bela vista dos vários monumentos da zona, como o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belem.
Antes de entrar, é possível caminhar sobre o mundo, seguindo os caminhos dos navegadores portugueses. Trata-se de um mapa em mármore numa enorme Rosa-dos-ventos, de 50 metros de diâmetro, e com caravelas e datas a marcarem as principais rotas dos portugueses entre os séculos XV e XVI. Encontra-se rodeado de calçada portuguesa, com o típico desenho ondulado "mar largo", que pode ser apreciado do topo do monumento.

 

MAAT (dia 2)

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) é um projeto da Fundação EDP, e funciona numa antiga central termoelétrica e num novo edifício desenhado pela arquiteta britânica Amanda Levete. Tem quase três mil metros quadrados para exposições e eventos, e é dirigido pelo antigo curador de arquitetura contemporânea do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque, Pedro Gadanho, que diz que o museu de Lisboa é único no mundo, pois não existe outro que cruze as disciplinas de arte, arquitetura e tecnologia. Este aborda a relação da arte com as novas tecnologias, através de uma programação contemporânea e internacional.
Terá um restaurante com vista para a Ponte 25 de Abril, e é possível andar por cima do novo edifício em forma de concha e de linhas curvas e fluídas. A escadaria exterior desce até ao Tejo, criando um grande espaço público.

 

PONTE 25 DE ABRIL (dia 2)

À primeira vista, a Ponte 25 de Abril parece ter uma curiosa semelhança com a Golden Gate, mas na realidade a inspiração vem de outra ponte de São Francisco, a Bay Bridge. Foi, no entanto, construída pelos mesmos engenheiros da Golden Gate, e inaugurada em 1966. Deram-lhe o nome de Ponte Salazar, mas foi rebaptizada depois da revolução de 1974.
O percurso central da 25 de Abril é maior do que o da Golden Gate, e serve de ligação da capital portuguesa ao sul do país, especialmente às praias da Costa da Caparica.
Por baixo da ponte encontram-se as Docas de Santo Amaro, com uma marina e vários restaurantes em antigos armazéns, e é daí que se pode ver o monumento de perto. Para observá-lo de cima, o melhor local é o miradouro do Cristo Rei. O Parque Florestal de Monsanto, e os miradouros de Santo Amaro e das Necessidades, o Jardim Botanico da Ajuda e o Cemitério dos Prazeres também oferecem boas vistas.
Um passeio de barco é outra oportunidade para ver a ponte de perto, passando por baixo.
Para chegar às Docas de Santo Amaro, apanhe o comboio no Cais do Sodré até à estação de Alcântara-Mar (a viagem demora 4 minutos; saída pelo lado esquerdo em direção ao rio).
Em setembro de 2017 foi inaugurado um miradouro (o "Pilar 7 - Bridge Experience") junto a um dos pilares de ponte, que inclui um centro interpretativo, contando a história e as técnicas de construção da obra. Um elevador sobe 80 metros até à altura do tabuleiro rodoviário, oferecendo uma bela vista sobre o Tejo e a cidade.

 

PRAÇA DO COMÉRCIO (dia 2)

A maior praça de Lisboa encontra-se virada para o Tejo, e foi originalmente desenhada para dar as boas-vindas a quem chegava à cidade de barco.
A que se vê hoje é a versão do século XVIII, já que a original (chamada Terreiro do Paço, onde se encontrava o palácio real) foi destruída pelo terramoto de 175.
Foi redesenhada com um arco triunfal virado para o rio, e os edifícios à volta albergaram, durante muitos anos, vários ministérios.
Ao centro foi colocado um monumento com uma estátua de Dom José I.
Aqui também se encontra o café mais antigo da cidade, o histórico "Martinho da Arcada", e uma pousada monumental.
Há ainda um centro de informação turística e, no lado oposto, o espaço museológico Lisboa Story Center, que conta a história da cidade.
Por baixo das arcadas ficam vários cafés e restaurantes com esplanada.

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