Lisboa - Meio Dia

Motorista privadoMotorista privado
wifi gratuitowifi gratuito
Até 6 pessoasAté 6 pessoas
A partir de210€ - 4H

Esta tour inclui:

+12 pontos de Interesse
+12 pontos de Interesse

Descubra Lisboa num sustentável TESLA dirigido por um motorista privado, num tour de 4 horas. Deixe-se encantar por bairros da cidade antiga como Alfama ou o Bairro Alto, ou pela Torre de Belém e todos os monumentos históricos existentes junto ao rio Tejo.

  • Tour exclusivo em TESLA 100% elétrico (Modelo 3 / Modelo S e Modelo X).
  • 4 horas para conhecer Lisboa, dos bairros antigos aos monumentos junto ao rio Tejo.
  • Privacidade e conforto enquanto passeia pela capital Portuguesa.
  • Internet gratuita e água engarrafada durante toda a viagem.
  • Recolha e entrega no seu hotel ou apartamento, aeroporto, terminal de cruzeiros ou outro ponto de encontro à sua escolha em Lisboa.
Descrição do Tour

lisboa meio dia

A Live Electric Tours apresenta-lhe o tour mais privado com partida de Lisboa para vários pontos de Portugal. Faça a sua reserva, escolha o local onde quer começar o seu passeio e o nosso motorista privado estará lá. Depois é só relaxar e aproveitar esta memorável viagem num fantástico Tesla.

Oferecemos várias opções de tours. Pode ir até à religiosa e mística cidade de Fátima, visitar o Templo Romano e as famosas vinhas de Évora, provar o delicioso choco de Setúbal, deslumbrar-se pelas vistas e praias paradisíacas do Parque da Arrabida, descobrir florestas mágicas e castelos cheios de côr em Sintra ou observar as maiores ondas do Mundo na Nazaré.

Este tour permanecerá na Capital, Lisboa, para lhe mostrar vistas e lugares que nunca irá esquecer.

Começará o seu passeio privado com um dos pontos de vista mais bonitos da cidade. O lugar perfeito para apreciar a cidade em todo o seu esplendor e se deixar maravilhar pela arquitetura de Lisboa.

No caminho de volta ao centro de Lisboa, passará por alguns de seus bairros mais antigos, visitando os melhores pontos.
Siga depois, junto ao rio Tejo, para o famoso bairro de Belem, onde pode visitar o Mosteiro dos Jerónimos, ver a Torre de Belém, o Monumento dos Descobrimentos e provar aos famosos Pastéis de Belém.

Neste Tour 4 horas pela cidade de Lisboa, a sua independência está garantida. Apetece-lhe mudar a sua rota e seguir um caminho alternativo? Não se preocupe, pode personalizar o seu tour. Diga ao motorista para onde quer ir e desfrute do seu passeio.

Tudo isto a bordo do fantástico Tesla, um carro 100% elétrico. Com este carro totalmente sustentável e amigo do ambiente já poupámos toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera, fazendo da cidade e do nosso Mundo locais mais limpos. Foi por isto que fomos considerados a melhor StartUp do Mundo em “Turismo Sustentável” no ano de 2020, prémio atribuído pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (UNWTO).

Venha explorar Lisboa da forma mais privada e luxuosa.

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O que inclui
  • Tour em TESLA com duração de 4 horas (Model 3 / Model S or Model X).
  • Motorista privado.
  • Itenerário sugerido (personalizável).
  • Seguro de Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Automóvel.
  • Recolha e entrega no seu hotel ou apartamento, aeroporto, terminal de cruzeiros ou outro ponto de encontro à sua escolha em Lisboa.
  • Internet gratuita e água engarrafada durante toda a viagem.
O que não inclui
  • Despesas Pessoais.
  • Entradas para Museus / Monumentos.
Pontos de interesse

MARTIM MONIZ

Esta praça, com vista para o castelo, é onde se cruza o maior número de etnias na cidade. É o centro de uma mini “Chinatown” e um terminal do famoso Electrico 28.
Esquecida durante anos, foi revitalizada em 2012 como mercado de comida de rua. Foram instalados vários quiosques de comida rápida com esplanadas, servindo os sabores das várias culturas presentes no bairro (chineses, indianos, africanos, entre outros).

 

MIRADOURO PORTAS DO SOL

A vista daqui é digna de um postal ilustrado. É uma varanda com vista panorâmica sobre Alfama, de onde se pode ver o Mosteiro de São Vicente de Fora, o Panteão Nacional e a Igreja de Santo Estevão. Qualquer turista pára para fotografar, acabando depois por ficar na esplanada junto ao quiosque, ou na esplanada Portas do Sol no terraço de baixo.
Ao centro, virada para o Museu das Artes decorativas, está uma estátua de São Vicente (o santo padroeiro de Lisboa), com os símbolos da cidade -- uma barca com dois corvos.
É daqui que se tem a melhor vista do nascer do sol, e é onde se começa um belo passeio pelas ruas de Alfama.

 

ALFAMA

Este bairro medieval (que já foi uma judiaria e uma comunidade piscatória) é o bairro mais antigo da Europa, depois de El Pópulo em Cádis. É uma pequena aldeia ou medina no meio da capital, e uma relíquia dos tempos anteriores ao grande terramoto de 1955. Escapou à catástrofe graças aos seus sólidos alicerces na colina mais alta da cidade, que se estende até ao bairro da Graça.
É um bairro para se perder por becos e largos, deixando-se guiar pelos sentidos: vendo estendais nas varandas e fantásticas vistas do Tejo, cheirando peixe a assar na esquina, ouvindo os sons do Fado do interior de um restaurante típico, saboreando pratos tradicionais e tocando em magníficos painéis de azulejos. Este é o bairro mais pitoresco de Lisboa e a verdadeira alma da cidade.
Aqui a vida continua como há séculos atrás, mas descendo até ao rio entra-se novamente no século XXI, com antigos armazéns agora convertidos em alguns dos espaços mais na moda na cidade, como o DeliDelux para brunch ou lanche, o Bica do Sapato para jantar e o Lux Frágil para beber e dançar até amanhecer.

 

MIRADOURO DA GRAÇA

Este romântico miradouro à sombra de pinheiros atrai jovens à sua esplanada, que oferece uma fantástica vista do castelo e do Tejo.
Apesar de todos lhe chamarem Miradouro da Graça, o nome oficial é Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, a poetisa falecida em 2004, que passou aqui muitos dos seus dias a admirar Lisboa. Um dos seus poemas pode ser lido numa parede virada para o seu busto em bronze, que se encontra a observar a cidade. Atrás está a Igreja da Graça, do século XVIII.

 

MIRADOURO DA SENHORA DO MONTE

Já foi um dos maiores segredos da cidade, mas tem vindo a ser descoberto por guias turísticos e por casais de namorados. Oferece uma vista panorâmica de Lisboa, que também é observada por uma pequena imagem da Virgem que dá o nome ao miradouro. Por trás da imagem está uma pequena capela do século XVIII, que se encontra quase sempre fechada. Conta uma lenda antiga que as grávidas que se sentassem na cadeira de pedra no interior teriam os partos facilitados.
Este é um dos pontos mais altos da cidade, por isso avistam-se vários monumentos, identificados num painel de azulejos.
O miradouro é muito procurado ao pôr-do-sol, mas durante o dia há também quem fique horas à sombra das oliveiras, ciprestes e pinheiros-mansos.

 

PARQUE EDUARDO VII

O maior parque do centro de Lisboa sobe uma das colinas da cidade, oferecendo uma das mais belas vistas da capital.
Entre o vasto relvado encontra-se uma estufa criada nos anos 30, com várias espécies de plantas vindas de climas tropicais. É um dos espaços verdes mais importantes de Lisboa, considerado um autêntico museu vivo. Além de pequenos lagos e cascatas, obras de estatuária e centenas de espécies de plantas, esconde ainda uma estufa quente. No lado oposto vê-se um edifício com um exterior coberto de azulejos, que foi dedicado a Carlos Lopes (vencedor da maratona das Olimpíadas de Los Angeles).
É neste parque que se realiza a anual feira do livro, durante vários dias do mês de junho.
O parque foi batizado com o nome de Eduardo VII, o monarca inglês que visitou Lisboa em 1903, cinco séculos depois da Aliança Luso-Britânica.
No topo norte, onde se encontra um miradouro, está hasteada uma enorme bandeira de Portugal com 20 metros, e o Monumento ao 25 de Abril, inaugurado em 1997.

 

RESTAURADORES

Esta praça lembra a restauração da coroa portuguesa após 60 anos de domínio espanhol com um obelisco monumental no centro.
À sua volta estão vários edifícios elegantes, entre os quais o Palácio Foz, um belo palácio do século XVIII que infelizmente encontra-se encerrado ao público com a exceção de um espaço no piso térreo que alberga o centro de informação turística de Portugal.
Ao lado vê-se um dos mais emblemáticos elevadores de Lisboa, o Elevador da Glória que liga esta parte da cidade ao Bairro Alto.

 

ROSSIO

ais conhecida por Rossio, a Praça Dom Pedro IV é a praça que marca o centro da cidade. Tem uma bela calçada portuguesa, que foi reproduzida em várias partes de Portugal, no Rio de Janeiro e em Macau, e é muito movimentada a qualquer hora do dia.
Foi palco das fogueiras da Inquisição, e no início do século XX era onde intelectuais se reuniam em cafés, como o Nicola, que ainda existe. É também onde se encontra o teatro neoclássico Dona Maria II, e um monumento a Dom Pedro IV com 27 metros de altura entre duas fontes barrocas monumentais.

 

CHIADO

Chiado é o bairro mais elegante de Lisboa e está sempre na moda. É onde todos marcam encontro para um café, para ir às compras, ou como ponto de encontro antes de um jantar no Bairro Alto.
A maioria dos edifícios foram originalmente construídos no século XVIII, e muitos foram reabilitados nos anos 90 pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira, depois de um devastador incêndio em 1988. É um bairro que nos leva numa viagem até aos finais do século XIX e princípio do século XX, a "Belle Époque" quando escritores como Fernando Pessoa e Eça de Queiroz frequentavam os seus cafés. É também o bairro dos teatros, de livrarias antigas e de marcas internacionais, dando-lhe um ambiente animado e cosmopolita a qualquer hora do dia.

 

BAIRRO ALTO

Bairro Alto, um bairro criado em 1513, muda verdadeiramente da noite para o dia. Durante o dia é um bairro adormecido, ressacado da noite anterior, com muito pouco a acontecer a não ser nas lojas da Rua do Norte. Acorda quando o sol se põe, com os restaurantes a abrirem as portas e jovens a prepararem-se para mais uma noite de bar em bar.
Os bares são pequenos, forçando os notívagos a espalharem-se pelas ruas estreitas, criando um ambiente de festival de rua. A Rua da Atalaia, a Rua do Diário de Notícias e a Rua da Barroca enchem-se de jovens de caipirinha na mão, misturando diferentes tribos urbanas, hetero e gay.
É um bairro habitado por idosos e boémios, dando-lhe um ambiente que é simultaneamente tradicional e de vanguarda, um lugar que não precisa de nome -- é simplesmente "o bairro" onde tudo acontece -- à noite.
Atravessando a Calçada do Combro entra-se no pequeno bairro da Bica, conhecido pelo seu famoso ascensor. É mais um bairro pitoresco que desce a colina, juntamente com o bairro de Santa Catarina logo ali ao lado, este conhecido pelo seu miradouro.

 

MIRADOURO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA

Todos os miradouros de Lisboa são românticos, mas este é o mais romântico de todos. É um terraço ajardinado com bustos de figuras históricas, de onde se tem uma vista do castelo, da Baixa e do Tejo. Tem ainda uma fonte e esplanadas de quiosques, de onde se pode admirar toda a beleza da cidade.
Ao lado do terraço encontra-se o Elevador da Glória a subir e a descer a colina.

 

RUA COR-DE-ROSA

Rua Nova do Carvalho é uma rua pedonal, mais conhecida por “Rua Cor-de-Rosa”, depois de um projeto de intervenção urbana em 2013, em que o pavimento entre as esplanadas, bares e discotecas foi pintado de rosa. Passou a ser uma das ruas mais movimentadas à noite, e é também uma “galeria de arte ao ar livre”.
A vizinhança queixa-se do ruído e da sujidade causada pela diversão noturna, mas esta rua é hoje o centro da noite lisboeta. O New York Times até colocou-a numa lista das suas doze ruas preferidas na Europa. É uma rua que convida lisboetas e turistas, que ficam até de madrugada a beber na rua ou a dançar numa das discotecas.

 

LX FACTORY

Um complexo fabril de 1846 renasceu em 2008 como “fábrica” de criatividade e de experiências. Manteve os espaços industriais e convidou empresas do ramo das artes, que mais tarde trouxeram lojas, cafés e restaurantes. Hoje encontra-se um pouco de tudo, desde moda a livros, móveis vintage e design contemporâneo, e para refeições há pizza, sushi e hambúrgueres, além da cozinha mais criativa. Os interiores mantêm muitas das peças antigas, enquanto grande parte dos exteriores estão cobertos de arte urbana.

 

BELÉM

Belém é o bairro histórico dos Descobrimentos. Foi destas margens do Tejo que Vasco da Gama e outros navegadores partiram em viagens épicas, celebradas aqui através de grandes monumentos e museus.
A extraordinária arquitetura da Torre de Belem e do Mosteiro dos Jeronimos (ambos Património Mundial) é o resultado da descoberta do caminho marítimo para a Índia e da abertura do comércio com o Japão, e também da colonização do Brasil e de partes de África e da Ásia. Estes monumentos foram embelezados com motivos de terras longínquas esculpidos em pedra, assim como foram os heróis da época no colossal Padrão dos Descobrimentos.
Belém é também um bairro conhecido pelos seus museus, especialmente o Museu dos Coches, a coleção internacional de arte moderna e contemporânea do Museu Berardo e o emblemático MAAT.
Mesmo com todas estas atrações, o espaço que recebe o maior número de visitas é uma pastelaria. Na Antiga Confeitaria de Belem (simplesmente conhecida por "Pastéis de Belém") devoram-se os famosos pastéis de nata que nasceram e continuam a ser feitos melhor aqui do que em qualquer outro lugar do país, seguindo uma receita secreta.
Subindo a colina pela Calçada da Ajuda, chega-se ao bairro da Ajuda, onde se encontra o palácio real e um belo jardim botânico.

 

PASTEIS DE BELÉM

O nome oficial é "Antiga Confeitaria de Belém" mas todos conhecem esta confeitaria simplesmente por "Pastéis de Belém". Esses pastéis são os pastéis de nata à venda pelo país e mundo fora, mas aqui são "de Belém". Isso porque todos os outros pastéis são imitações, pois os Pastéis de Belém são os originais, os melhores, e feitos seguindo uma receita secreta. São servidos aqui desde 1837, e são recomendados por todos os guias turísticos, levando a longas filas às porta. Pode pedir alguns para levar, mas não deixe de entrar nas belas salas cobertas de azulejos para desfrutá-los ainda quentes.

 

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

Este maravilhoso mosteiro do século XVI é imperdível em Lisboa. É uma viagem até à época dos Descobrimentos, quando as especiarias do Oriente pagaram pela sua grandiosa arquitetura, que, juntamente com o significado histórico, levou à classificação de Património Mundial.
Tesouros de todos os cantos do mundo desembarcaram em Lisboa depois de Vasco da Gama ter aberto o caminho marítimo para a Índia, e o túmulo do descobridor foi colocado à entrada da igreja. Em frente vê-se o túmulo do poeta Luís de Camões.
Motivos marítimos, únicos no mundo, encontram-se esculpidos pelo interior (desde corais a cordas), e também podem ser admirados no magnífico claustro. Este claustro é muitas vezes palco de eventos especiais, como a assinatura do Tratado de Lisboa em 2007, com os 27 membros da União Europeia.

 

TORRE DE BELÉM

O monumento mais emblemático de Lisboa ergue-se do Tejo, onde este desagua no Atlântico.
Contruído em 1515, é uma bela fortaleza que protegia a cidade e que também serviu de ponto de partida para muitas das viagens da época dos Descobrimentos. O seu significado histórico e a singularidade da sua arquitetura levaram à classificação de Património Mundial.
O mais impressionante é a fachada virada para o rio e as vistas das varandas e janelas. A pedra é esculpida com motivos relacionados com os Descobrimentos, e inclui uma imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, que se acreditava proteger os navegantes. Há ainda um rinoceronte que inspirou a famosa gravura de Dürer. Veja mais detalhes abaixo.

 

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Inaugurado em 1960, ano das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, este monumento à beira Tejo tem a forma de uma caravela a fazer-se ao mar, e evoca a época dos Descobrimentos portugueses. Com uma altura de 56 metros, 20 de largura e 46 de comprimento, tem como figura central o Infante com nove metros de altura, seguido por 32 figuras de sete metros, todas ligadas a essa época histórica.
O monumento é em betão, mas as esculturas são em cantaria de calcário e da autoria do escultor Leopoldo de Almeida.
O interior apresenta exposições temporárias, e tem um elevador que permite chegar ao miradouro no topo, que oferece uma bela vista dos vários monumentos da zona, como o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belem.
Antes de entrar, é possível caminhar sobre o mundo, seguindo os caminhos dos navegadores portugueses. Trata-se de um mapa em mármore numa enorme Rosa-dos-ventos, de 50 metros de diâmetro, e com caravelas e datas a marcarem as principais rotas dos portugueses entre os séculos XV e XVI. Encontra-se rodeado de calçada portuguesa, com o típico desenho ondulado "mar largo", que pode ser apreciado do topo do monumento.

 

MAAT

Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) é um projeto da Fundação EDP, e funciona numa antiga central termoelétrica e num novo edifício desenhado pela arquiteta britânica Amanda Levete. Tem quase três mil metros quadrados para exposições e eventos, e é dirigido pelo antigo curador de arquitetura contemporânea do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque, Pedro Gadanho, que diz que o museu de Lisboa é único no mundo, pois não existe outro que cruze as disciplinas de arte, arquitetura e tecnologia. Este aborda a relação da arte com as novas tecnologias, através de uma programação contemporânea e internacional.
Terá um restaurante com vista para a Ponte 25 de Abril, e é possível andar por cima do novo edifício em forma de concha e de linhas curvas e fluídas. A escadaria exterior desce até ao Tejo, criando um grande espaço público.

 

PALÁCIO DA AJUDA

Palácio Nacional da Ajuda foi construído em 1795, em estilo neoclássico, e foi a última residência oficial da família real portuguesa em Lisboa. A primeira foi o Castelo São Jorge, até à construção do Paço da Ribeira junto ao Tejo em 1498. Quando esse sumptuoso palácio ficou completamente destruído no terramoto de 1755, o rei decidiu mudar-se para a colina da Ajuda. Viveu numa residência temporária até à construção do novo palácio, que nunca ficou concluído devido às invasões francesas. O que se vê hoje é apenas uma pequena parte do plano original, que era para ser um dos maiores palácios da Europa, com jardins a descer até ao Tejo. No entanto, não deixa de ter um magnífico interior, com várias salas e uma decoração extravagante. Os espaços mais impressionantes são a Sala do Trono, a Sala dos Grandes Jantares e a Sala do Despacho.
Dois pisos do palácio são visitáveis, e formam um grande museu de artes decorativas do século XV ao século XX. Tem uma notável e variada coleção de relógios, e um serviço de jantar que é um dos poucos serviços reais da Europa que permaneceram intactos.
Após uma visita ao palácio, não deixe de visitar o Jardim Botânico.
A fachada poente do palácio encontra-se finalmente em construção, e, depois da sua conclusão em meados de 2020, será inaugurada uma exposição permanente das joias da Coroa Portuguesa, uma das maiores coleções do género no mundo (ver imagens abaixo).

 

PONTE 25 DE ABRIL

primeira vista, a Ponte 25 de Abril parece ter uma curiosa semelhança com a Golden Gate, mas na realidade a inspiração vem de outra ponte de São Francisco, a Bay Bridge. Foi, no entanto, construída pelos mesmos engenheiros da Golden Gate, e inaugurada em 1966. Deram-lhe o nome de Ponte Salazar, mas foi rebaptizada depois da revolução de 1974.
O percurso central da 25 de Abril é maior do que o da Golden Gate, e serve de ligação da capital portuguesa ao sul do país, especialmente às praias da Costa da Caparica.

 

PRAÇA DO COMÉRCIO

maior praça de Lisboa encontra-se virada para o Tejo, e foi originalmente desenhada para dar as boas-vindas a quem chegava à cidade de barco.
A que se vê hoje é a versão do século XVIII, já que a original (chamada Terreiro do Paço, onde se encontrava o palácio real) foi destruída pelo terramoto de 175.
Foi redesenhada com um arco triunfal virado para o rio, e os edifícios à volta albergaram, durante muitos anos, vários ministérios.
Ao centro foi colocado um monumento com uma estátua de Dom José I.
Aqui também se encontra o café mais antigo da cidade, o histórico "Martinho da Arcada", e uma pousada monumental.
Há ainda um centro de informação turística e, no lado oposto, o espaço museológico Lisboa Story Center, que conta a história da cidade.
Por baixo das arcadas ficam vários cafés e restaurantes com esplanada.

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