Évora Premium

Motorista privadoMotorista privado
wifi gratuitowifi gratuito
Até 6 pessoasAté 6 pessoas
A partir de640€ - 8h

Esta tour inclui:

Oferta de uma garrafa de Cartuxa Tinto Reserva
Oferta de uma garrafa de Cartuxa Tinto Reserva
Visita guiada à Adega da Cartuxa com prova de vinhos
Visita guiada à Adega da Cartuxa com prova de vinhos
1 Hora de Twizy
1 Hora de Twizy

Vá de Lisboa até Évora, cidade Património Mundial UNESCO, num fantástico TESLA dirigido por um motorista local, numa viagem de 8 horas. Deixe-se admirar pela beleza do Templo Romano e da Capela dos Ossos, visite as caves da Cartuxa e passeie de Twizy no Centro Histórico!

  • Os nossos tours são sempre privados. Só você e o nosso condutor!
  • Tour Exclusivo num Tesla de Luxo 100% Elétrico (Disponíveis Modelo 3 / Modelo S e Modelo X)
  • 8 horas para que tenha tempo suficiente para ver tudo em Évora.
  • Internet Grátis e Água Engarrafada durante toda a viagem.
  • Incluída visita às caves do famoso vinho Cartuxa com oferta de uma garrafa Cartuxa Tinto Reserva
  • Dirija um Renault Twizy no Centro Historico da cidade durante 1 hora
  • Recolha e entrega no seu hotel ou apartamento, aeroporto, terminal de cruzeiros ou outro ponto de encontro à sua escolha em Lisboa.
Descrição do Tour

évora premium

A Live Electric Tours apresenta-lhe o tour mais privado com partida de Lisboa para vários pontos de Portugal. Faça a sua reserva, escolha o local onde quer começar o seu passeio e o nosso motorista privado estará lá. Depois é só relaxar e aproveitar esta memorável viagem num fantástico Tesla.

Oferecemos várias opções de tours. Pode ir até à religiosa e mística cidade de Fátima, visitar o Templo Romano e as famosas vinhas de Évora, provar o delicioso choco de Setúbal, deslumbrar-se pelas vistas e praias paradisíacas do Parque Natural da Arrábida, descobrir florestas mágicas e castelos cheios de côr em Sintra ou observar as maiores ondas do Mundo na Nazaré.

O Tour Évora Premium é especial e leva-o a conhecer esta bela cidade Alentejana, localizada apenas a 1 hora a sul de Lisboa.

Na chegada a Évora, o tour começa na Quinta de Valbom. Local original onde foi fundada a Adega da Cartuxa. Um Lugar de culto rodeado de vinhas e onde irá iniciar a sua visita exclusiva com um guia, de 1h30, com direito a prova de 5 vinhos Premium da fundação Eugenio de Almeida (exclui Pera Manca), degustação de pão, azeites e enchidos. Uma experiência inesquecivel. 

Depois desde momento momemoravel vai parar para almoçar na Enoteca da Cartuxa. Um restaurante tipico com uma atmosfera local amigável, conhecida por sua excelente cozinha regional e por oferecer dos melhores vinhos do mundo. Se desejar, tratamos da reserva por si.

Depois do Almoço irá visitar o centro histórico de Évora, uma área que foi declarada patrimônio cultural mundial pela UNESCO em 1986, e onde pode visitar monumentos como: a Catedral, o Templo Romano, a Igreja de São Francisco e a sua Capela dos Ossos.

Para se divertir de uma forma relaxada, oferecemos neste tour um passeio auto-guiado de 1 Hora nos nossos Renault Twizy, 100% elétricos pelo centro da cidade. Uma forma diferente e ecológica de descobrir as ruas estreitas e recantos que Évora.

Está ainda incluido neste tour uma visita ao Paço São Miguel, onde irá visitar uma coleção exclusiva de carruagens antigas. 

Antes de voltar a Lisboa, guardamos uma surpresa para o final, uma visita única e só possível com a Live Electric Tours. Iremos levá-lo ao Monte dos Pinheiros, o local onde se situa a famosa vinha de Pêra Manca, vinho que, há 500 anos, foi usado por Pedro Alvares Cabral para brindar o seu descobrimento do Brasil (Terras de Vera Cruz) com as populações indígenas locais.

Neste Tour de 8 horas pela região de Évora, irá ter um motorista às ordens. Assim, se tiver alguma outra preferência ou caminho alternativo, não se preocupe, diga ao motorista para onde quer ir e ajustaremos de acordo com o seu desejo.

Tudo isto a bordo do fantástico Tesla, 100% elétrico. Com este carro totalmente sustentável e amigo do ambiente já poupámos toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera, fazendo da cidade e do nosso Mundo locais mais limpos. Foi por isto que fomos considerados a melhor StartUp do Mundo em “Turismo Sustentável” no ano de 2020, prémio atribuído pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (UNWTO).

Para que nunca se esqueça deste Tour único, exclusivo e inesquecível, oferecemos uma fantástica garrafa de Vinho Tinto Cartuxa Reserva.

Venha explorar Évora da forma mais privada e luxuosa!

O que inclui
  • Condutor Privado e um veículo Tesla de Luxo (Model 3 / Model S or Model X)
  • Recolha e entrega no seu hotel ou apartamento, aeroporto, terminal de cruzeiros ou outro ponto de encontro à sua escolha em Lisboa.
  • Internet Grátis
  • Água Engarrafada
  • Apresentamos um itinerário sugerido, mas você pode ajustar esse passeio de acordo com seus interesses e expectativas.
  • Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Seguro Automóvel
  • Oferta de passeio auto-guiado de Renault Twizy (1 hora)
  • Visita Sto Inácio de Loyola à Adega da Cartuxa com prova de Vinhos

 

Visita Adega Cartuxa Sto. Inácio de Loyola inclui:

- Visita guiada de 1h30 à Adega da Cartuxa com prova Sto. Inácio de Loyola, que inclui 5 vinhos Premium (exceto Pêra Manca) + Azeites e enchidos -  Horário disponível às 10h30 ou 11h30.
- Visita à Fundação Eugénio de Almeida – Páteo São Miguel.
- Visita exclusiva à Coleção de carruagens antigas.
- Visita ao Centro de Arte e Cultura - Casas pintadas. (Encerra à 2ª feira)
- Entrada exclusiva no Monte dos Pinheiros local da vinha da Uva da Pêra Manca. (Encerra aos Sábados e Domingos)
- Reserva para Almoço ou Jantar na Enoteca Cartuxa (Almoço não incluído)
- Oferta de 1 Garrafa de Vinho Cartuxa Tinto Reserva.

O que não inclui
  • Despesas Pessoais
  • Entradas para Museus / Monumentos
  • Refeição na Enoteca da Cartuxa (apenas marcação)
Pontos de interesse

ÉVORA

Coroada pela sua imponente catedral, Évora recorta-se sobre uma suave colina no vasto horizonte da planície alentejana, e guarda o seu centro histórico, rodeado de uma vasta cintura de muralhas, uma valiosa herança cultural que a UNESCO classificou de Património da Humanidade. A cidade, onde as ruas estreitas de evocação mourisca contrastam com praças inundadas de luz, assenta sobre dois milénios de história.

Conquistada em 59 a.C. pelos Romanos, que lhe deram o nome de "Liberalitas Julia", Évora adquiriu grande importância como atestam os vestígios ainda hoje visíveis e de que são exemplos as ruínas de um gracioso templo dos finais do séc. II, vários troços de muralha e a porta chamada de Dona Isabel, bem como as ruínas das termas da cidade sob o edifício da Câmara Municipal.

Do período visigodo (sécs.V-VIII) pouco resta para ver. Seguiu-se o domínio muçulmano, iniciado com a conquista da cidade por Tárique, que iria perdurar até à Reconquista cristã, no séc.XII. Yeborah, como passou a chamar-se, fixou na sua toponímia traços indeléveis de influência mourisca, que sobressaem no bairro da Mouraria.

Após a Reconquista, delineou-se, para além da cerca velha, nova malha urbana irradiando das portas da muralha. A cidade, eleita por vários reis de Portugal da primeira e segunda dinastias para sede da corte, foi então enriquecida com palácios e monumentos, sobretudo nos reinados de D. João II e D. Manuel (sécs. XV e XVI).

Caminhe a seu gosto pelas ruas, absorvendo a alma secreta que a diversidade de culturas seculares sedimentou nesta cidade do Mundo. Excelentes restaurantes, bares, esplanadas, boas lojas de arte popular, gente jovem que frequenta a sua Universidade são a expressão da dinâmica de um presente que se afirma nas raízes do passado.

 

TEMPLO ROMANO

O Templo Romano, com uma existência de 2000 anos, é um ex-libris da cidade de Évora e uma das mais importantes ruínas históricas do país.

Datado do séc. I, da época de Augusto, a sua longa história é também o relato de muitas transformações e utilizações diferentes ao longo dos séculos. Praticamente destruído quando os Bárbaros estiveram na Peninsúla Ibérica, no séc. V, serviu de casa-forte ao Castelo de Évora e de açougue no séc. XIV.

Foi recuperado ao seu caráter romano apenas no séc. XIX, numa das primeiras intervenções arqueológicas em Portugal. É o testemunho do forum romano da cidade de Évora consagrado ao culto imperial, o que clarificou uma tradição seiscentista que o teria consagrado à deusa Diana. Por isso foi durante muito tempo identificado como Templo de Diana. Escavações recentes revelaram ter sido rodeado por pórtico e um espelho de água.

 

IGREJA DE SÃO FRANCISCO

Na frontaria sobressai uma galilé com arcos de estilos diferentes, um exemplo típico do "casamento" entre os estilos gótico e mourisco que se encontra em tantos monumentos desta região de Portugal. Sobre o portal manuelino repare nas divisas dos reis que a mandaram construir, D. João II e D. Manuel I, respectivamente o pelicano e a esfera armilar.

A igreja tem a particularidade de ter uma nave única, que termina numa abóboda nervurada, a de maior vão no gótico português. Nos lados, encontram-se doze capelas, todas revestidas de talha barroca. A capela-mor, datada do início do séc.XVI, mantém ainda relevantes elementos renascentistas como as tribunas. Não deixe de observar na capela da Ordem Terceira, num dos braços do transepto, a harmoniosa decoração de pedra, talha e azulejo.

No interior, pode-se ainda visitar a curiosa Capela dos Ossos, construída durante o período filipino (séc. XVII), com os pilares e as paredes completamente revestidos por ossadas. De notar ainda o portal renascentista tardio com os capitéis das colunas decorados de forma diferente consoante a face que se vê (do exterior ou do interior).

 

CAPELA DOS OSSOS

A capela dos Ossos faz parte da Igreja de São Francisco. Foi construída na primeira metade do século XVII, no antigo dormitório dos frades franciscanos. A quem nela entrar, a ideia é provocar uma reflexão sobre a brevidade e transitoriedade de nossas vidas.

Em seu interior, as paredes são todas – sem exceção – revestidas com ossos e caveiras humanas.

Apesar de ficar dentro da Igreja de São Francisco, há uma entrada separada (na parte de fora da Igreja) para visitar a Capela dos Ossos, pois a entrada da capela dos Ossos é paga e enquanto a entrada da Igreja de São Francisco é gratuita.

O ingresso da Capela dos Ossos também dá direito a visitar um pequeno museu e uma coleção bem bonita de presépios, há dezenas deles expostos.

Depois de visitar a coleção de presépios, há uma saída para uma espécie de varanda, com vista para a cidade de Évora. Desse ponto temos uma boa vista do Palácio de Dom Manuel.

 

SÉ CATEDRAL DE ÉVORA

Igreja fortificada de traça gótica, a Sé de Évora é a maior catedral de Portugal. Iniciada em 1186, consagrada em 1204, e desde logo usada como um dos grandes templos do culto mariano, só ficou pronta em 1250. É um monumento que exibe a transição do estilo românico para o gótico, com posteriores adições renascentistas e barrocas.

A fachada é flanqueada por duas torres, ambas do período medieval, estando os sinos colocados na torre sul. Na torre norte, encontra-se parte do valioso tesouro pertencente ao Museu de Arte Sacra, com peças únicas de valor incalculável – como a imagem da Virgem do Paraíso, figura da Virgem com o Menino que se abre a partir do colo e exibe um retábulo historiado com várias cenas do Nascimento e da Paixão. O notável zimbório central, construído no final do século XIII durante o reinado de D. Dinis, é o seu autêntico ex-libris. O pórtico principal constitui um dos mais impressionantes portais góticos portugueses, com as esculturas de vulto dos Apóstolos feitas no século XIV por Mestre Pêro, o principal nome da escultura gótica do país. Além do pórtico principal existem duas outras entradas: a Porta do Sol, virada a sul, com arcos góticos; e a Porta Norte, reedificada no período barroco.

O interior está distribuído por três naves com cerca de 80 metros de comprimento. Na nave central pode ver-se o altar de Nossa Senhora do Anjo (conhecida localmente como Nossa Senhora do Ó), com imagens em mármore policromado da Virgem e do Anjo Gabriel. O altar do século XVIII e a capela-mor em mármores de Estremoz são obras barrocas de J. F. Ludwig, conhecido como Ludovice, que foi o arquiteto do Palácio de Mafra ao serviço do rei D. João V (1706-1750). Na capela, está exposto por cima da pintura de Nossa Senhora da Assunção um belo crucifixo conhecido como “Pai dos Cristos”.

No transepto, acede-se às antiquíssimas Capelas de São Lourenço e do Santo Cristo e às Capelas das Relíquias e do Santíssimo Sacramento, decoradas com adornos de talha dourada. No topo norte, encontra-se o espetacular portal renascentista da Capela dos Morgados do Esporão. E no coro-alto destaca-se um valiosíssimo cadeiral renascentista esculpido em madeira de carvalho e um órgão de grandes proporções, também do século XVIII.

Pode ainda visitar-se o claustro gótico de 1325 e subir ao terraço, de onde se avista um belo panorama sobre toda a cidade de Évora, uma vez que a Sé está implantada no seu ponto mais elevado.

 

UNIVERSIDADE DE ÉVORA

A criação da Universidade de Évora remonta ao século XVI quando o Cardeal D. Henrique, 1º Arcebispo de Évora, com autorização do rei D. João III, mandou construir um edifício para alojar uma comunidade de seminaristas Jesuítas. Em 1553, as instalações foram alargadas, tendo sido erigido o Claustro da Botica, que deu origem ao Colégio do Espírito Santo, administrado pela Companhia de Jesus. A primeira aula foi leccionada a 28/8/1553. Passados 6 anos, a 15/4/1559, foi criada a 2ª universidade em Portugal através da Bula Papal Cum a Nobis, emitida pelo Papa Paulo IV. A primeira abertura solene do ano académico decorreu no Dia de Todos os Santos em 1 de novembro de 1559. 

Dois anos mais tarde, iniciou-se um novo alargamento do edifício com a construção do Pátio dos Gerais. Na época, a universidade estava autorizada a lecionar todas as matérias com exceção da Medicina, do Direito Civil e parte do Direito Canónico. Os ensinos inicialmente foram de Filosofia, Moral, Escritura, Teologia Especulativa, Retórica, Gramática e Humanidades. Mais tarde, no reinado de D. Pedro II foi introduzido o ensino da Matemática, da Geografia, da Física e da Arquitetura Militar.

Após 200 anos de destaque pelo seu papel de formação de elites e de missionários do reino, a universidade foi encerrada, a 8 de fevereiro de 1759, pelo Marquês do Pombal e os jesuítas foram expulsos de Portugal. Nos 200 anos seguintes, a Universidade de Évora permaneceu encerrada até à sua recriação em 1973, voltando a abrir as suas portas como Universidade pública. Durante este período muitas outras instituições de vocação pedagógica passaram por este belo edifício de forma isolada ou em regime de coabitação: Professores Régios da Reforma Pombalina (1762), a Ordem Terceira de S. Francisco sob a protecção de Frei Manuel do Cenáculo (1776), a Real Casa Pia (1836), O Liceu Nacional (1841), a Escola Comercial e Industrial (1915) e o Instituto Universitário de Évora (1973). 

Nos dias de hoje, a Universidade de Évora, é uma instituição moderna e inovadora, afirmando-se pela qualidade da investigação e dos ensinos que ministra aos seus alunos, seguindo o lema de Luís de Camões "Honesto estudo com longa experiência misturado", concilia o largo passado de tradição pedagógica, cultural e científica com as avançadas exigências da modernidade e da tecnologia, oferecendo um variado leque de opções de formação nas áreas humanísticas, cientificas, tecnológicas e artísticas.

 

PRAÇA GIRALDO

Em Évora, todos os caminhos vão dar à Praça do Giraldo. Sempre foi assim desde a sua construção, em 1571/1573.

A Praça do Giraldo é um ícone de homenagem a Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, pois este conquistou Évora aos mouros em 1167. Em agradecimento por este enorme feito, D. Afonso Henriques nomeou-o alcaide da cidade e fronteiro-mor do Alentejo, região que ajudaria a conquistar.

No brasão de Évora podemos ver Geraldo Geraldes com a espada em punho, a cavalo, e a seus pés as cabeças do mouro e a sua filha que residiam no castelo que o guerreiro atacou e onde se apoderou das chaves da cidade.

Depois da cidade de Évora estar na posse da coroa portuguesa, o património constituído por esculturas e um arco do triunfo foram mandados destruir para então edificar a fonte que agora permanece um dos centros de atenções dos eborenses e dos turistas na Praça do Giraldo.

 

MUSEU DE ÉVORA

O Museu de Évora, remodelado em 2009, tem mais de 100 anos. O interior do próprio edifício é já merecedor de uma visita. A coleção iniciou-se com artigos recolhidos pelo Dr. Augusto Filipe Simões durante a década de 1870, contendo peças romanas, visigóticas e árabes antes parte do Templo Romano, Palácio D. Manuel e Praça do Giraldo.

Hoje em dia, o destaque do Museu de Évora vai para um conjunto de 13 painéis que representam a Vida da Virgem e 6 painéis mais pequenos da Paixão de Cristo pintados em meados do século XV por desconhecidos da escola de Bruges. Para além destas peças, poderá ainda ver pinturas de artistas conhecidos como Francisco Henriques, Garcia Fernandes, Mestre do Sardoal, Theniers, Avercamp, Avelar Rebelo,… Relevantes ainda são a estatuaria romana e aras votivas (pedras erigidas em memória de alguém), túmulos da época medieval, o azulejo da Anunciação da Virgem, o Esmalte de Limoges,… Ao todo, mais de 20.000 objetos dos mais variados temas.

 

AQUEDUTO DAS ÁGUAS DE PRATA

O Aqueduto da Água de Prata de Évora (Aqueduto da Prata) é, pelo seu tamanho, um dos monumentos mais evidentes e impressionantes da cidade. Ele não nos deixa esquecer o engenho que foi preciso para dar de beber a todos os eborenses desde tempos remotos. Por essa mesma e outras razões, é Monumento Nacional desde 1910.

A construção do Aqueduto da Água de Prata foi iniciada, por ordem de D. João III, em 1532. Sob direção do arquiteto régio Francisco de Arruda, foram feitos 18km de aqueduto desde a Herdade do Divor, onde vai abastecer de água, até ao centro de Évora.

As canalizações e arcadas de granito de estilo renascentista assentaram, muito provavelmente, sobre o antigo aqueduto romano. Terminado em 1537, a inauguração do Aqueduto da Água de Prata foi feita com pompa e circunstância na presença do rei e da corte, na Praça Giraldo, onde então se construiu uma fonte com leões de mármore associada a um arco de triunfo romano (ambos substituídos mais tarde na remodelação henriquina da praça). No lugar da fonte dos leões está a atual fonte da Praça do Giraldo.

Mas este aqueduto de Évora tinha ainda outras partes que, para além da óbvia função, embelezavam o centro histórico da cidade. Até 1873, um belo pórtico renascentista chamado de Fecho Real do Aqueduto encontrava-se perto da Igreja de São Francisco.

Algumas das mais evidentes alterações do Aqueduto da Prata ao longo dos séculos foram os vários chafarizes e fontes que se acrescentaram ao longo do percurso pelo centro histórico de Évora. Eram abastecidos pela gravidade por esta antiga rede distribuidora de água. Exemplos destes acrescentos são a fonte das Portas de Moura, a da Praça do Giraldo, a das Portas de Avis, a do Chão das Covas e o chafariz e tanques do Rossio de S. Brás.

No século XVII, foi necessário restaurar o Aqueduto da Água de Prata devido às guerras da Restauração. Outras obras ocorreram nos séculos XIX e XX, mas não alteraram o traço geral original.

 

CONVENTO E IGREJA DOS LÓIOS

A Igreja dos Lóios, ou Igreja de São João Evangelista, é monumento nacional desde 1910. Pertenceu ao Convento dos Lóios ou Convento de São João Evangelista, construído no século XV sobre o que restava de um castelo medieval.

A Igreja dos Lóios foi erguida a mando do primeiro Conde de Olivença, D. Rodrigo Afonso de Melo, no ano de 1485. Estava destinada a ser o panteão da família Melo e de facto a sua intenção confirma-se através dos vários sepulcros que aí se encontram. Entre eles, na Capela do Santíssimo, o esplendoroso túmulo de Francisco de Melo, obra renascentista de Nicolau de Chanterene.

As lajes, em mármore branco, são de uma beleza extraordinária. Nelas se podem ver as figuras dos seus fundadores representadas em baixo relevo.

O Convento dos Lóios tem uma planta retangular e desenvolve-se em volta de um belo claustro de dois pisos. O inferior é de estilo gótico-manuelino, de influência árabe; o piso superior já evidencia características do período renascentista. Na sua fachada encontram-se elementos góticos e neoclássicos.

A igreja do convento, a Igreja dos Lóios, é toda ela em estilo manuelino e encontra-se um pouco recuada em relação ao convento. Observe-a bem. Tem uma nave de cinco tramos retangulares e está coberta por uma abóbada nervurada. No seu interior, as paredes encontram-se revestidas por magníficos painéis azulejares, datados do século XVIII. Na fachada da igreja, em ângulo com a do Convento dos Lóios, um alpendre aberto por arco abatido e coberto por uma abóbada polinervada estrelada antecede a entrada.

 

MURALHAS DE ÉVORA

As Muralhas de Évora são uma das delícias da cidade e têm o poder de nos transportar a tempos imemoriais. Estão classificadas como monumento nacional desde 1922 e são parte integrante do conjunto do Centro Histórico de Évora Patrimonio Mundial UNESCO.

Évora é uma das poucas cidades de Portugal que, ao longo dos tempos, tem conservado as suas antigas muralhas quase intocadas. Foi D. Afonso IV de Portugal quem ordenou as obras de construção das Muralhas de Évora, no século XIV.

No seu conjunto, a cerca é constituída pelas torres e panos de muralha que marcam os limites da cidade medieval. Temos, então, as Torres da Rampa dos Colegiais, do Baluarte de São Bartolomeu, do Jardim Publico de Évora, das Portas de Aviz, as que ficam situadas perto do Convento do Calvário, e entre o Baluarte do Conde de Lippe e o Quartel de Cavalaria.

As Muralhas de Évora, também conhecidas como cerca romana, constituem um conjunto defensivo, de arquitetura militar, que foi sendo erguido ao longo de séculos.

A cerca mais antiga foi construída no século III, aquando do período da romanização, e estende-se por uma área de cerca de dez hectares com perto de dois mil metros de comprimento. Circundava a parte mais alta da cidade, onde hoje fica situada a Sé Catedral de Évora.

O centro histórico de Évora, bem delimitado pela cerca exterior, mantém-se ainda hoje como o centro político, administrativo, económico e social da cidade.

 

MIRADOURO DO ALTO DE SÃO BENTO

O Alto de S. Bento, é um notável geo-sítio situado a cerca de três quilómetros do Centro Histórico e conhecido entre a população como o miradouro da cidade, que vista lá de cima parece estender-se a seus pés. Foi esta característica, aliada ao microclima existente, que concorreu para que o lugar se tornasse procurado e fruído por grande número dos habitantes. Nomeadamente quando, a partir de finais do século XIX, se alargou a estrada que lhe dava acesso e posteriormente se construiu a ligação rodoviária a Arraiolos.

 

FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA (EXCLUSIVO PREMIUM)

A Fundação Eugénio de Almeida é uma instituição de direito privado e utilidade pública, sediada em Évora. Os seus Estatutos foram redigidos pelo próprio Fundador, o Engº Vasco Maria Eugénio de Almeida, aquando a sua criação, em 1963.

A missão institucional da Fundação concretiza-se nos domínios cultural e educativo, social e assistencial, e espiritual visando o desenvolvimento e elevação da região de Évora.
De entre o seu património, doado pelo Instituidor para ser o alicerce económico do desenvolvimento da missão, destacam-se um conjunto de propriedades rústicas no concelho de Évora nas quais a Fundação desenvolve um projecto agro-pecuário e industrial.
Prosseguindo a exploração da vinha, que desde tempos imemoriais se faz na região, a Fundação Eugénio de Almeida é também herdeira de uma longa história no sector vitivinícola, pois desde o final do Séc. XIX que a cultura da vinha faz parte da tradição produtiva da Casa Agrícola Eugénio de Almeida.

 

ADEGA DA CARTUXA (EXCLUSIVO PREMIUM)

A Adega da Cartuxa, na Quinta de Valbom está intimamente ligada à Companhia de Jesus.

Fundada por Santo Inácio de Loiola em 1540, a Ordem tinha uma vocação missionária ligada ao ensino, tendo sido justamente nessa vertente  que mais se destacou a sua presença em Évora, primeiro com a criação do Colégio Espírito Santo por volta de 1551 e, posteriormente, com a criação da Universidade, em 1559. No ano de 1580 o padre jesuíta Pedro Silva, reitor da Universidade, quis adquirir a Quinta de Valbom para aí alojar o corpo docente da Universidade. A construção do que viria assim a ser a Casa de Repouso dos Jesuítas demorou cerca de 10 anos e resultou num edifício com múltiplos alojamentos, refeitório e capela.

Em 1759, com a expulsão da Companhia de Jesus do país pelo Marquês de Pombal, a Quinta, com a sua edificação, passou a integrar os bens do Estado tendo, alguns anos mais tarde (1776), e pela primeira vez, sido equipada com um lagar de vinho que rapidamente ganhou importância na região.

A proximidade do Mosteiro da Cartuxa, erigido em meados do séc. XVI, determinou a designação por que ficou conhecida até aos dias de hoje a Adega Cartuxa. Em 1869 o bisavô do instituidor, José Maria Eugénio de Almeida, adquiriu a Quinta, colocada à venda no contexto do longo processo de aplicação das políticas liberais de Mouzinho da Silveira com a nacionalização dos bens da Igreja e da Coroa e a sua posterior venda a particulares. Depois da sua morte viria a ser o seu filho, Carlos Maria Eugénio de Almeida, avô do fundador, a empenhar-se na continuidade e expansão da produção da Casa Agrícola Eugénio de Almeida.

Foi da sua iniciativa a plantação dos vinhedos que constituíram a origem mais remota dos vinhos da Fundação. Com a expansão e sucesso progressivos da produção vitivinícola da Instituição, a Adega da Cartuxa, instalada no antigo refeitório da Casa de Repouso dos jesuítas foi sendo alvo de melhoramentos. Desses, destaca-se a grande reestruturação que ocorreu entre 1993 e 1995, e que permitiu o reequipamento e ampliação de todos os setores da adega aumentando-se de forma considerável o seu potencial de vinificação e a sua capacidade de armazenagem.

De anteriores equipamentos, hoje em desuso mas inovadores na altura em que foram introduzidos, existem ainda exemplares devidamente conservados como é o caso das ânforas argelinas para a fermentação dos tintos, (cubas construídas em betão, com auto-vinificadores) e dos depósitos em cimento onde decorria a fermentação dos vinhos brancos. Estes depósitos de armazenamento, construídos em cimento e, mais tarde revestidos no seu interior a resina para anular a porosidade do cimento, remontam à década de 50 do século passado, período pré e pós guerra, em que o seu uso era prática comum.

A nova Adega Cartuxa, situada na Herdade de Pinheiros, permite receber a totalidade da uva produzida nas vinhas da Fundação, e tem na sua génese três premissas tecnológicas que a distingue das demais: efetiva capacidade de refrigeração; possibilidade de triagem na totalidade da uva à entrada na adega e movimentação e transferência de massas unicamente por gravidade.

Da linha de engarrafamento totalmente automatizada instalada na Adega Cartuxa saem anualmente cerca de quatro milhões de garrafas, distribuídas por vinho branco, rosé e tinto das marcas Vinea Cartuxa, EA, Foral de Evora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca.

 

ENOTECA DA CARTUXA 

Ao património cultural e vitivinícola da Fundação Eugénio de Almeida junta-se o legado da gastronomia alentejana, em pleno Centro Histórico de Évora. Com uma arquitetura de linhas depuradas, sublinhada pelo branco das paredes e pelos tons da madeira e do vermelho do mobiliário, a Enoteca da Cartuxa evoca o ambiente informal de uma taberna, trazendo-o para a contemporaneidade.
 
Surpreenda-se ao descobrir a harmonia perfeita entre os vinhos da Adega da Cartuxa e a cozinha regional interpretada e reinventada de forma atual. Todo o portefólio vínico da Adega da Cartuxa está à sua disposição, também a copo.
Na loja da Enoteca pode encontrar também os azeites do Lagar da Cartuxa - EA e Cartuxa – e ainda uma seleção de produtos gourmet da região. 
 
Este é um espaço pensado para os eborenses e para todos aqueles que visitam esta cidade Patrimonio Mundial.
 
Se desejar, podemos marcar uma refeição para si na Enoteca da Cartuxa.
 
 
 
CASAS PINTADAS (EXCLUSIVO PREMIUM)
 

As Casas Pintadas devem o seu nome ao singular conjunto de frescos quinhentistas que decora a galeria e o oratório anexo integrados no jardim. Estão classificadas como Imóvel de Interesse Público desde 1950.

À época da execução dos frescos, as Casas Pintadas pertenciam a D. Francisco da Silveira, 3º Coudel-mor de D. Manuel I e de D. João III e um poeta de referência no Cancioneiro Geral.

Em finais do século XVI, as Casas Pintadas foram anexadas ao Palácio da Inquisição para servir de moradia aos juízes do Santo Ofício.

No século XIX existiu no conjunto habitacional das Casas Pintadas um teatro denominado “Teatro Eborense”, a primeira sala pública de espetáculos de Évora.

No início da década de sessenta do século XX, Vasco Maria Eugénio de Almeida, Instituidor da Fundação, adquiriu o imóvel que adaptou e cedeu para residência da Companhia de Jesus em Évora. Os sacerdotes jesuítas foram responsáveis pela coordenação científica do ISESE (Instituto Superior Económico e Social de Évora), criado em 1964, que funcionava no contíguo Palácio da Inquisição, já então propriedade da Fundação e que acolhe hoje o Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida. 

As decorações da galeria do jardim são das mais interessantes manifestações artísticas do género existentes em Portugal e um exemplar único da pintura mural palaciana da primeira metade do século XVI.

Em 2008, a Fundação levou a cabo um projeto de valorização e requalificação do jardim das Casas Pintadas e, em 2011, o conjunto fresquista foi objeto de estudo e de uma intervenção de consolidação e restauro, estando hoje acessível ao público através de um programa de visitas guiadas.

 
 

 

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Condições de Aluguer
  • A sua reserva será confirmada mediante disponibilidade
  • Confirmação será dada até 2 horas depois do seu pedido de reserva
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  • Minimo de 1 pessoa e máximo de 6 pessoas 
  • Tesla Model 3: máximo 3 pessoas
  • Tesla Model S: máximo 4 pessoas
  • Tesla Model X: máximo 6 pessoas
  • Licença de condução necessária para quem for dirigir o Renault Twizy

 

Política de Cancelamento
  • Pode cancelar a sua reserva até 24 horas antes do começo da atividade
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Visita guiada à Adega da Cartuxa com prova de vinhos
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1 Hora de Twizy
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