Évora Centro Histórico

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A partir de32.50€ - 4h p/ pessoa

Esta tour inclui:

+35 pontos de Interesse
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Explore uma das cidades mais antigas da Europa e descubra o seu centro histórico, património mundial Unesco, com monumentos históricos e religiosos e uma gastronomia maravilhosa

Destaques da Atividade

  • 4 Horas para explorar o Centro de Évora, conduzindo um carro 100% eléctrico
  • Visite o Templo Romano, passeie na Praça Giraldo e entre na famosa Capela dos Ossos
  • Seja independente e personalize o seu Tour - Vá onde quiser
  • Guia GPS e Wi-Fi gratuito
  • Gravação digital da experiência e transmissão ao vivo via redes sociais
Descrição do Tour

Évora centro histórico

Quer conhecer o centro de Évora ao seu ritmo? Então este tour é para si. Recue mais de 5000 Anos na história e contemple esta cidade classificada como Património Mundial da UNESCO. São 4 horas de tour que começa no centro da cidade e que permite conhecer os monumentos, os costumes e os hábitos dos habitantes locais.

Comece na Porta do Raimundo e entre nas muralhas da cidade, admire a arquitetura e as estradas labirínticas. Siga as instruções do GPS e vá até à Igreja de São Francisco onde encontra a famosa Capela dos Ossos.

Vai ter tempo suficiente para passear e relaxar. Por esse motivo, pode visitar o Jardim Público de Évora onde vai encontrar as Ruínas Fingidas, criadas com a reunião de várias partes de monumentos decadentes da cidade. Bem ali ao lado, está o mercado municipal. Este merece uma visita para conhecer todos os seus produtos regionais frescos.

Sinta-se livre a dirigir pelas ruas estreitas. Vai poder parar na Praça do Giraldo, o local central de Évora, repleto de cafés e edifícios do século XVI. Atualmente um lugar para celebrar a vida, este local costumava ser o cenário para muitas execuções durante a inquisição.

Não é por acaso que Évora é um Patrimônio Mundial da UNESCO. Uma das cidades mais antigas da Europa tem sempre pequenas surpresas e maravilhas em cada esquina ou canto. A sua aventura continua para um dos mais emblemáticos locais de Évora, a Sé Catedral. Neste local, suba à cobertura e tenha uma fantástica vista da cidade. No seu interior existe um vasto espólio religioso, incluindo um fragmento da cruz em que Jesus foi crucificado.

Mesmo em frente à catedral, você não pode perder a influência romana na cidade e um lugar imperdível é o Templo Romano, possivelmente atribuído à Deusa da Caça Diana. Os romanos e mouros deixaram a sua marca em Évora e durante a Idade Média, a cidade floresceu quando reis e eruditos construíram palácios, universidades e monumentos religiosos.

Avance no tempo para algo mais contemporâneo e porque não fazer uma pausa para provar o famoso Pão de Rala na confeitaria mais famosa da cidade? Depois disso, circule ao redor da cidade junto a Cerca Medieval e continue a sua viagem até chegar ao Alto de São Bento.

Uma enorme colina de granito, adjacente à cidade de Évora, este é um dos pontos mais altos da região, com uma excelente vista sobre Évora. Uma maneira incrível de terminar este passeio que leva você por caminhos apenas conhecidos pelos locais.

Não perca este incrível passeio pela histórica cidade de Évora.

Venha conosco e partilhe a sua experiência!

 

Autonomia, Privacidade e Personalização

Neste Tour autoguiado de 4-horas pela cidade de Évora, a sua independência e privacidade estão garantidas. Apetece-lhe mudar a sua rota e seguir um caminho alternativo? Não se preocupe, pode personalizar o seu tour. Vá onde quiser! Apenas você e os seus, sem mais ninguém para atrapalhar!

Sustentabilidade

Tudo isto a bordo do fantástico Renault Twizy, um pequeno e engraçado carro 100% elétrico, feito para 2. Com este carro totalmente sustentável e amigo do ambiente já poupámos toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera, fazendo da cidade e do nosso Mundo locais mais limpos. Foi por isto que fomos considerados a melhor StartUp do Mundo em “Turismo Sustentável” no ano de 2020, prémio atribuído pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (UNWTO).

Tecnologia

O Twizy vem equipado com muita tecnologia para lhe proporcionar todo o conforto e independência na sua experiência. WiFi gratuito e entradas USB para carregar o seu smartphone, guia GPS com vários pontos de interesse na cidade, e uma fantástica camera instalada no topo do carro que lhe permitirá transmitir em direto a experiência para as suas redes sociais. No final do tour enviamos-lhe igualmente uma gravação digital da sua road trip urbana, para mais tarde recordar.

Segurança (Covid-19)

Para sua segurança, e em conformidade com as normas da DGS e OMS, implementámos medidas extraordinárias para o proteger face à pandemia do Covid-19. A Live Electric Tours adotou todas as normas divulgadas e aprovadas para que possa usufruir do seu tour de uma forma completamente protegida. Os nossos carros são desinfetados no início e final de cada tour. Este procedimento realizado pela nossa equipa, que cumpre todas as normas establecidas para o efeito. Recordamos que todos os nossos tours são totalmente privados, pelo que não terá contato com outras pessoas, a não ser com aquela que for consigo no carro. As interações com a nossa equipa serão reduzidas ao mínimo, ocorrendo apenas no início e final de cada tour, com todas as medidas de segurança adotadas.

 

escolha onde começar

A Live Electric Tours possibilita a entrega dos fantásticos Twizys onde desejar!

Poderá recolher os carros gratuitamente em um dos nossos 4 hotéis parceiros: Hotel do Espinheiro; Évora Hotel; Hotel M'ar de Ar Muralhas; e M'ar de Ar Aqueduto.

Se não estiver hospedado em nenhum destes 4 parceiros, indique a morada do seu hotel/habitação e a nossa equipa encarregar-se-á de lá estar à hora do começo do seu tour. 

 

Informação Adicional

Caso ultrapasse o tempo definido do seu tour, serão cobrados 20 euros extra por cada hora adicional.

O que inclui
  • Aluguer de um Renault TWIZY (capacidade: 2 pessoas)
  • Briefing do veículo antes do começo
  • Entrega e recolha do TWIZY no seu hotel/habitação (extra 10€) - Grátis nos 4 hoteis parceiros
  • Tour com guia GPS com duração de 4 horas
  • Wi-Fi grátis
  • Transmissão ao vivo de sua experiência para partilhar com amigos e familiares via Redes Sociais
  • Gravação digital de toda a experiência; uma memória única para depois desfrutar
  • Seguro de Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Automóvel
Pontos de interesse

ÉVORA

Coroada pela sua imponente catedral, Évora recorta-se sobre uma suave colina no vasto horizonte da planície alentejana, e guarda o seu centro histórico, rodeado de uma vasta cintura de muralhas, uma valiosa herança cultural que a UNESCO classificou de Património da Humanidade. A cidade, onde as ruas estreitas de evocação mourisca contrastam com praças inundadas de luz, assenta sobre dois milénios de história.

Conquistada em 59 a.C. pelos Romanos, que lhe deram o nome de "Liberalitas Julia", Évora adquiriu grande importância como atestam os vestígios ainda hoje visíveis e de que são exemplos as ruínas de um gracioso templo dos finais do séc. II, vários troços de muralha e a porta chamada de Dona Isabel, bem como as ruínas das termas da cidade sob o edifício da Câmara Municipal.

Do período visigodo (sécs.V-VIII) pouco resta para ver. Seguiu-se o domínio muçulmano, iniciado com a conquista da cidade por Tárique, que iria perdurar até à Reconquista cristã, no séc.XII. Yeborah, como passou a chamar-se, fixou na sua toponímia traços indeléveis de influência mourisca, que sobressaem no bairro da Mouraria.

Após a Reconquista, delineou-se, para além da cerca velha, nova malha urbana irradiando das portas da muralha. A cidade, eleita por vários reis de Portugal da primeira e segunda dinastias para sede da corte, foi então enriquecida com palácios e monumentos, sobretudo nos reinados de D. João II e D. Manuel (sécs. XV e XVI).

Caminhe a seu gosto pelas ruas, absorvendo a alma secreta que a diversidade de culturas seculares sedimentou nesta cidade do Mundo. Excelentes restaurantes, bares, esplanadas, boas lojas de arte popular, gente jovem que frequenta a sua Universidade são a expressão da dinâmica de um presente que se afirma nas raízes do passado.

 

TEMPLO ROMANO

O Templo Romano, com uma existência de 2000 anos, é um ex-libris da cidade de Évora e uma das mais importantes ruínas históricas do país.

Datado do séc. I, da época de Augusto, a sua longa história é também o relato de muitas transformações e utilizações diferentes ao longo dos séculos. Praticamente destruído quando os Bárbaros estiveram na Peninsúla Ibérica, no séc. V, serviu de casa-forte ao Castelo de Évora e de açougue no séc. XIV.

Foi recuperado ao seu caráter romano apenas no séc. XIX, numa das primeiras intervenções arqueológicas em Portugal. É o testemunho do forum romano da cidade de Évora consagrado ao culto imperial, o que clarificou uma tradição seiscentista que o teria consagrado à deusa Diana. Por isso foi durante muito tempo identificado como Templo de Diana. Escavações recentes revelaram ter sido rodeado por pórtico e um espelho de água.

 

IGREJA DE SÃO FRANCISCO

Na frontaria sobressai uma galilé com arcos de estilos diferentes, um exemplo típico do "casamento" entre os estilos gótico e mourisco que se encontra em tantos monumentos desta região de Portugal. Sobre o portal manuelino repare nas divisas dos reis que a mandaram construir, D. João II e D. Manuel I, respectivamente o pelicano e a esfera armilar.

A igreja tem a particularidade de ter uma nave única, que termina numa abóboda nervurada, a de maior vão no gótico português. Nos lados, encontram-se doze capelas, todas revestidas de talha barroca. A capela-mor, datada do início do séc.XVI, mantém ainda relevantes elementos renascentistas como as tribunas. Não deixe de observar na capela da Ordem Terceira, num dos braços do transepto, a harmoniosa decoração de pedra, talha e azulejo.

No interior, pode-se ainda visitar a curiosa Capela dos Ossos, construída durante o período filipino (séc. XVII), com os pilares e as paredes completamente revestidos por ossadas. De notar ainda o portal renascentista tardio com os capitéis das colunas decorados de forma diferente consoante a face que se vê (do exterior ou do interior).

 

CAPELA DOS OSSOS

A capela dos Ossos faz parte da Igreja de São Francisco. Foi construída na primeira metade do século XVII, no antigo dormitório dos frades franciscanos. A quem nela entrar, a ideia é provocar uma reflexão sobre a brevidade e transitoriedade de nossas vidas.

Em seu interior, as paredes são todas – sem exceção – revestidas com ossos e caveiras humanas.

Apesar de ficar dentro da Igreja de São Francisco, há uma entrada separada (na parte de fora da Igreja) para visitar a Capela dos Ossos, pois a entrada da capela dos Ossos é paga e enquanto a entrada da Igreja de São Francisco é gratuita.

O ingresso da Capela dos Ossos também dá direito a visitar um pequeno museu e uma coleção bem bonita de presépios, há dezenas deles expostos.

Depois de visitar a coleção de presépios, há uma saída para uma espécie de varanda, com vista para a cidade de Évora. Desse ponto temos uma boa vista do Palácio de Dom Manuel.

 

SÉ CATEDRAL DE ÉVORA

Igreja fortificada de traça gótica, a Sé de Évora é a maior catedral de Portugal. Iniciada em 1186, consagrada em 1204, e desde logo usada como um dos grandes templos do culto mariano, só ficou pronta em 1250. É um monumento que exibe a transição do estilo românico para o gótico, com posteriores adições renascentistas e barrocas.

A fachada é flanqueada por duas torres, ambas do período medieval, estando os sinos colocados na torre sul. Na torre norte, encontra-se parte do valioso tesouro pertencente ao Museu de Arte Sacra, com peças únicas de valor incalculável – como a imagem da Virgem do Paraíso, figura da Virgem com o Menino que se abre a partir do colo e exibe um retábulo historiado com várias cenas do Nascimento e da Paixão. O notável zimbório central, construído no final do século XIII durante o reinado de D. Dinis, é o seu autêntico ex-libris. O pórtico principal constitui um dos mais impressionantes portais góticos portugueses, com as esculturas de vulto dos Apóstolos feitas no século XIV por Mestre Pêro, o principal nome da escultura gótica do país. Além do pórtico principal existem duas outras entradas: a Porta do Sol, virada a sul, com arcos góticos; e a Porta Norte, reedificada no período barroco.

O interior está distribuído por três naves com cerca de 80 metros de comprimento. Na nave central pode ver-se o altar de Nossa Senhora do Anjo (conhecida localmente como Nossa Senhora do Ó), com imagens em mármore policromado da Virgem e do Anjo Gabriel. O altar do século XVIII e a capela-mor em mármores de Estremoz são obras barrocas de J. F. Ludwig, conhecido como Ludovice, que foi o arquiteto do Palácio de Mafra ao serviço do rei D. João V (1706-1750). Na capela, está exposto por cima da pintura de Nossa Senhora da Assunção um belo crucifixo conhecido como “Pai dos Cristos”.

No transepto, acede-se às antiquíssimas Capelas de São Lourenço e do Santo Cristo e às Capelas das Relíquias e do Santíssimo Sacramento, decoradas com adornos de talha dourada. No topo norte, encontra-se o espetacular portal renascentista da Capela dos Morgados do Esporão. E no coro-alto destaca-se um valiosíssimo cadeiral renascentista esculpido em madeira de carvalho e um órgão de grandes proporções, também do século XVIII.

Pode ainda visitar-se o claustro gótico de 1325 e subir ao terraço, de onde se avista um belo panorama sobre toda a cidade de Évora, uma vez que a Sé está implantada no seu ponto mais elevado.

 

UNIVERSIDADE DE ÉVORA

A criação da Universidade de Évora remonta ao século XVI quando o Cardeal D. Henrique, 1º Arcebispo de Évora, com autorização do rei D. João III, mandou construir um edifício para alojar uma comunidade de seminaristas Jesuítas. Em 1553, as instalações foram alargadas, tendo sido erigido o Claustro da Botica, que deu origem ao Colégio do Espírito Santo, administrado pela Companhia de Jesus. A primeira aula foi leccionada a 28/8/1553. Passados 6 anos, a 15/4/1559, foi criada a 2ª universidade em Portugal através da Bula Papal Cum a Nobis, emitida pelo Papa Paulo IV. A primeira abertura solene do ano académico decorreu no Dia de Todos os Santos em 1 de novembro de 1559. 

Dois anos mais tarde, iniciou-se um novo alargamento do edifício com a construção do Pátio dos Gerais. Na época, a universidade estava autorizada a lecionar todas as matérias com exceção da Medicina, do Direito Civil e parte do Direito Canónico. Os ensinos inicialmente foram de Filosofia, Moral, Escritura, Teologia Especulativa, Retórica, Gramática e Humanidades. Mais tarde, no reinado de D. Pedro II foi introduzido o ensino da Matemática, da Geografia, da Física e da Arquitetura Militar.

Após 200 anos de destaque pelo seu papel de formação de elites e de missionários do reino, a universidade foi encerrada, a 8 de fevereiro de 1759, pelo Marquês do Pombal e os jesuítas foram expulsos de Portugal. Nos 200 anos seguintes, a Universidade de Évora permaneceu encerrada até à sua recriação em 1973, voltando a abrir as suas portas como Universidade pública. Durante este período muitas outras instituições de vocação pedagógica passaram por este belo edifício de forma isolada ou em regime de coabitação: Professores Régios da Reforma Pombalina (1762), a Ordem Terceira de S. Francisco sob a protecção de Frei Manuel do Cenáculo (1776), a Real Casa Pia (1836), O Liceu Nacional (1841), a Escola Comercial e Industrial (1915) e o Instituto Universitário de Évora (1973). 

Nos dias de hoje, a Universidade de Évora, é uma instituição moderna e inovadora, afirmando-se pela qualidade da investigação e dos ensinos que ministra aos seus alunos, seguindo o lema de Luís de Camões "Honesto estudo com longa experiência misturado", concilia o largo passado de tradição pedagógica, cultural e científica com as avançadas exigências da modernidade e da tecnologia, oferecendo um variado leque de opções de formação nas áreas humanísticas, cientificas, tecnológicas e artísticas.

 

PRAÇA GIRALDO

Em Évora, todos os caminhos vão dar à Praça do Giraldo. Sempre foi assim desde a sua construção, em 1571/1573.

A Praça do Giraldo é um ícone de homenagem a Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, pois este conquistou Évora aos mouros em 1167. Em agradecimento por este enorme feito, D. Afonso Henriques nomeou-o alcaide da cidade e fronteiro-mor do Alentejo, região que ajudaria a conquistar.

No brasão de Évora podemos ver Geraldo Geraldes com a espada em punho, a cavalo, e a seus pés as cabeças do mouro e a sua filha que residiam no castelo que o guerreiro atacou e onde se apoderou das chaves da cidade.

Depois da cidade de Évora estar na posse da coroa portuguesa, o património constituído por esculturas e um arco do triunfo foram mandados destruir para então edificar a fonte que agora permanece um dos centros de atenções dos eborenses e dos turistas na Praça do Giraldo.

 

MUSEU DE ÉVORA

O Museu de Évora, remodelado em 2009, tem mais de 100 anos. O interior do próprio edifício é já merecedor de uma visita. A coleção iniciou-se com artigos recolhidos pelo Dr. Augusto Filipe Simões durante a década de 1870, contendo peças romanas, visigóticas e árabes antes parte do Templo Romano, Palácio D. Manuel e Praça do Giraldo.

Hoje em dia, o destaque do Museu de Évora vai para um conjunto de 13 painéis que representam a Vida da Virgem e 6 painéis mais pequenos da Paixão de Cristo pintados em meados do século XV por desconhecidos da escola de Bruges. Para além destas peças, poderá ainda ver pinturas de artistas conhecidos como Francisco Henriques, Garcia Fernandes, Mestre do Sardoal, Theniers, Avercamp, Avelar Rebelo,… Relevantes ainda são a estatuaria romana e aras votivas (pedras erigidas em memória de alguém), túmulos da época medieval, o azulejo da Anunciação da Virgem, o Esmalte de Limoges,… Ao todo, mais de 20.000 objetos dos mais variados temas.

 

AQUEDUTO DAS ÁGUAS DE PRATA

O Aqueduto da Água de Prata de Évora (Aqueduto da Prata) é, pelo seu tamanho, um dos monumentos mais evidentes e impressionantes da cidade. Ele não nos deixa esquecer o engenho que foi preciso para dar de beber a todos os eborenses desde tempos remotos. Por essa mesma e outras razões, é Monumento Nacional desde 1910.

A construção do Aqueduto da Água de Prata foi iniciada, por ordem de D. João III, em 1532. Sob direção do arquiteto régio Francisco de Arruda, foram feitos 18km de aqueduto desde a Herdade do Divor, onde vai abastecer de água, até ao centro de Évora.

As canalizações e arcadas de granito de estilo renascentista assentaram, muito provavelmente, sobre o antigo aqueduto romano. Terminado em 1537, a inauguração do Aqueduto da Água de Prata foi feita com pompa e circunstância na presença do rei e da corte, na Praça Giraldo, onde então se construiu uma fonte com leões de mármore associada a um arco de triunfo romano (ambos substituídos mais tarde na remodelação henriquina da praça). No lugar da fonte dos leões está a atual fonte da Praça do Giraldo.

Mas este aqueduto de Évora tinha ainda outras partes que, para além da óbvia função, embelezavam o centro histórico da cidade. Até 1873, um belo pórtico renascentista chamado de Fecho Real do Aqueduto encontrava-se perto da Igreja de São Francisco.

Algumas das mais evidentes alterações do Aqueduto da Prata ao longo dos séculos foram os vários chafarizes e fontes que se acrescentaram ao longo do percurso pelo centro histórico de Évora. Eram abastecidos pela gravidade por esta antiga rede distribuidora de água. Exemplos destes acrescentos são a fonte das Portas de Moura, a da Praça do Giraldo, a das Portas de Avis, a do Chão das Covas e o chafariz e tanques do Rossio de S. Brás.

No século XVII, foi necessário restaurar o Aqueduto da Água de Prata devido às guerras da Restauração. Outras obras ocorreram nos séculos XIX e XX, mas não alteraram o traço geral original.

 

CONVENTO E IGREJA DOS LÓIOS

A Igreja dos Lóios, ou Igreja de São João Evangelista, é monumento nacional desde 1910. Pertenceu ao Convento dos Lóios ou Convento de São João Evangelista, construído no século XV sobre o que restava de um castelo medieval.

A Igreja dos Lóios foi erguida a mando do primeiro Conde de Olivença, D. Rodrigo Afonso de Melo, no ano de 1485. Estava destinada a ser o panteão da família Melo e de facto a sua intenção confirma-se através dos vários sepulcros que aí se encontram. Entre eles, na Capela do Santíssimo, o esplendoroso túmulo de Francisco de Melo, obra renascentista de Nicolau de Chanterene.

As lajes, em mármore branco, são de uma beleza extraordinária. Nelas se podem ver as figuras dos seus fundadores representadas em baixo relevo.

O Convento dos Lóios tem uma planta retangular e desenvolve-se em volta de um belo claustro de dois pisos. O inferior é de estilo gótico-manuelino, de influência árabe; o piso superior já evidencia características do período renascentista. Na sua fachada encontram-se elementos góticos e neoclássicos.

A igreja do convento, a Igreja dos Lóios, é toda ela em estilo manuelino e encontra-se um pouco recuada em relação ao convento. Observe-a bem. Tem uma nave de cinco tramos retangulares e está coberta por uma abóbada nervurada. No seu interior, as paredes encontram-se revestidas por magníficos painéis azulejares, datados do século XVIII. Na fachada da igreja, em ângulo com a do Convento dos Lóios, um alpendre aberto por arco abatido e coberto por uma abóbada polinervada estrelada antecede a entrada.

 

MURALHAS DE ÉVORA

As Muralhas de Évora são uma das delícias da cidade e têm o poder de nos transportar a tempos imemoriais. Estão classificadas como monumento nacional desde 1922 e são parte integrante do conjunto do Centro Histórico de Évora Patrimonio Mundial UNESCO.

Évora é uma das poucas cidades de Portugal que, ao longo dos tempos, tem conservado as suas antigas muralhas quase intocadas. Foi D. Afonso IV de Portugal quem ordenou as obras de construção das Muralhas de Évora, no século XIV.

No seu conjunto, a cerca é constituída pelas torres e panos de muralha que marcam os limites da cidade medieval. Temos, então, as Torres da Rampa dos Colegiais, do Baluarte de São Bartolomeu, do Jardim Publico de Évora, das Portas de Aviz, as que ficam situadas perto do Convento do Calvário, e entre o Baluarte do Conde de Lippe e o Quartel de Cavalaria.

As Muralhas de Évora, também conhecidas como cerca romana, constituem um conjunto defensivo, de arquitetura militar, que foi sendo erguido ao longo de séculos.

A cerca mais antiga foi construída no século III, aquando do período da romanização, e estende-se por uma área de cerca de dez hectares com perto de dois mil metros de comprimento. Circundava a parte mais alta da cidade, onde hoje fica situada a Sé Catedral de Évora.

O centro histórico de Évora, bem delimitado pela cerca exterior, mantém-se ainda hoje como o centro político, administrativo, económico e social da cidade.

 

MIRADOURO DO ALTO DE SÃO BENTO

O Alto de S. Bento, é um notável geo-sítio situado a cerca de três quilómetros do Centro Histórico e conhecido entre a população como o miradouro da cidade, que vista lá de cima parece estender-se a seus pés. Foi esta característica, aliada ao microclima existente, que concorreu para que o lugar se tornasse procurado e fruído por grande número dos habitantes. Nomeadamente quando, a partir de finais do século XIX, se alargou a estrada que lhe dava acesso e posteriormente se construiu a ligação rodoviária a Arraiolos.

Itinerário

Itinerário

Fotos desta tour

Condições de Aluguer
  • A confirmação será recebida no momento da reserva.
  • Máximo de 2 pessoas (incluindo o motorista) por carro. O Renault Twizy é um carro de dois lugares.
  • Preço final: por carro
  • Necessário Carta de Condução e Cartão de Indentificação/Passaporte válidos.
  • Crianças menores de 4 anos não são permitidas.
  • Crianças menores de 18 anos devem estar acompanhadas por um adulto. Um assento de elevação pode ser fornecido mediante pedido, sem custos adicionais.
  • No início do tour é necessária a realização de um depósito de segurança de 100€ (reembolsável no final).
Política de Cancelamento
  • Cancelamento Gratuito até 24h antes do ínicio da sua atividade.
  • Reembolso total do valor.
  • Possibilidade de alterar a Data e Hora do seu Tour (mediante disponibilidade).

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