Cabo da Roca

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A partir de40€ - 6h p/ pessoa

Esta tour inclui:

+20 pontos de interesse
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Tenha a experiência completa de Sintra explorando todos os recantos do mágico Centro histórico, e o ponto mais ocidental da Europa Continental, o Cabo da Roca, num tour auto-guiado e privado de 6-horas.

Destaques da Atividade

  • 6 Horas para conhecer Sintra, conduzindo um veículo 100% eléctrico
  • Perca-se por mágicos jardins e vá até ao ponto mais ocidental da Europa.
  • Seja independente e personalize o seu Tour - Vá onde quiser
  • Privacidade garantida. Apenas você e os seus!
  • Internet disponível
  • GPS Audioguia em vários idiomas
Descrição do Tour

CABO DA ROCA

Uma rota completa que acrescenta o Cabo da Roca (o ponto mais ocidental de todo o continente Europeu). Esta rota, além de congregar todas as Rotas, ainda permite a visita ao Convento dos Capuchos e ao Chalet da Condessa D´Edla.

Percurso que destaca as forças naturais, recordando Sintra como a “Capital do Romantismo”, desde as suas lendas românticas, passando pelas mais variadas paisagens e palácios de Sintra, até aos poetas que por Sintra passaram e nela se inspiraram. INESQUECÍVEL!!!

Tudo isto enquanto se diverte a escutar o nosso carrinho falante em Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Alemão ou Holandês.

Este tour é uma parceria entre a Live Electric Tours e a LAS Tours.

 

autonomia, privacidade e personalização

Neste Tour autoguiado de 6-horas por Sintra, a sua independência e privacidade estão garantidas. Apetece-lhe mudar a sua rota e seguir um caminho alternativo? Não se preocupe, pode personalizar o seu tour. Vá onde quiser e estacione gratuitamente em qualquer local da cidade. Apenas você e os seus, sem mais ninguém para atrapalhar!

Sustentabilidade

Tudo isto a bordo do fantástico Renault Twizy, um pequeno e engraçado carro 100% elétrico, feito para 2. Com este carro totalmente sustentável e amigo do ambiente já poupámos toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera, fazendo da cidade e do nosso Mundo locais mais limpos. Foi por isto que fomos considerados a melhor StartUp do Mundo em “Turismo Sustentável” no ano de 2020, prémio atribuído pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (UNWTO).

segurança (covid-19)

Para sua segurança, e em conformidade com as normas da DGS e OMS, implementámos medidas extraordinárias para o proteger face à pandemia do Covid-19. Adoptámos todas as normas divulgadas e aprovadas para que possa usufruir do seu tour de uma forma completamente protegida. Os nossos carros são desinfetados no início e final de cada tour. Este procedimento realizado pela nossa equipa, que cumpre todas as normas establecidas para o efeito. Recordamos que todos os nossos tours são totalmente privados, pelo que não terá contato com outras pessoas, a não ser com aquela que for consigo no carro. As interações com a nossa equipa serão reduzidas ao mínimo, ocorrendo apenas no início e final de cada tour, com todas as medidas de segurança adotadas.

PONTO DE ENCONTRO

Junte-se a nós para esta íncrivel aventura na cidade de Sintra. Esteja à data e hora marcadas na Rua Dr. Alfredo da Costa 62, 2710-523, onde o pequeno e divertido Renault Twizy estará à sua espera para uma inesquécivel viagem.

O que inclui
  • Aluguer de um Renault TWIZY (capacidade: 2 pessoas)
  • Seguro de Responsabilidade Civil, Acidentes Pessoais e Automóvel
  • Tour com GPS Audio Guia disponível em 7 idiomas
  • Briefing do veículo antes do começo
  • Assistência no local (em caso de necessidade use o botão SOS)
  • Wifi disponível
  • Estacionamento gratuito
O que não inclui
  • Entrada em monumentos
Pontos de interesse

PAÇOS DO CONCELHO

Após a inauguração da via ferroviária Lisboa-Sintra, em 1889, Sintra sofreu importantes alterações no seu tecido urbano.

Porém, a impossibilidade da própria Vila vir a ganhar mais terreno à Serra, conduziu felizmente à edificação de um novo bairro, relativamente afastado e denominado de Estefânia, em homenagem à Rainha D. Estefânia, mulher de D. Pedro V. 

Assistiu-se, portanto, à deslocação do centro económico-social, o que obrigou também à transferência das principais entidades administrativas que permaneciam instaladas num edifício do século XVIII, próximo do Paço Real.

Para a construção da nova Câmara optou-se por um lugar acessível, quer para a dita Vila Velha, quer para o burgo da Estefânia. Por isso, os modernos Paços do Concelho foram edificados entre ambos os bairros, no local onde, até então, se erguia a antiga ermida de São Sebastião.

A construção do novo edifício dos Paços do Concelho, iniciada em 1906, segundo projeto de Adães Bermudes, foi concluída em 1909. O edifício apresenta fachadas austeras, com janelas neo-Manuelinas sobriamente decoradas. No alçado principal destaca-se, pela sua imponência, uma torre superiormente rematada por ameias, e por uma cobertura piramidal revestida com azulejos, os quais representam alternadamente a Cruz de Cristo e o Escudo Pátrio. No topo, surge, majestosa, a esfera armilar. Ladeiam esta curiosa cobertura quatro outras de menores dimensões, coroando "guaritas" que lhe formam os cantos. Nesse mesmo alçado, sobressai um balcão, pleno de arcos de feição manuelina, e encimado por um frontão em que se inscrevem as armas municipais.

No interior abre-se um magnífico claustro, cujos varandins do piso superior apresentam rica ornamentação neo-Manuelina e Renascentista.

 

MIRADOURO DA VIGIA

O Miradouro da Vigia localiza-se apenas 2 km do centro histórico, em São Pedro de Sintra, e abrange uma vista magnífica, comparável apenas a uma pintura dos mais belos postais.

Dele é possível observar três montes, cada um deles com uma construção deslumbrante: o Palácio Nacional da Pena, o Castelo dos Mouros e o Castelo de São Gregório, um palacete revivalista.

 

FONTE DA SABUGA

A atual fonte foi erguida no século XVIII, mas as águas da Sabuga já são bebidas e faladas, pelo menos, desde o séc. XII, altura em que o Cruzado Osberno terá dito que abrandavam a tosse.

No séc. XVIII o fontanário foi refeito, por duas vezes, uma delas devido aos estragos causados pelo terramoto de 1755. Possui coruchéus alternados com frontões de gosto barroco, tendo, ao centro, as armas do município envolvidas numa fina cercadura.

Até 2005, as 3 paredes da fonte estavam revestidas com painéis de azulejos do séc. XX, retirados na recente reforma que propôs uma visão mais romântica do fontanário. Hoje, é impossível não notar no contraste das suas cores - o azul e o amarelo. 

 

CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA

Sintra parece saída de um conto de fadas, com um ambiente de floresta encantada que tem apaixonado poetas ao longo do tempo. É onde Lisboa se refresca, graças a um microclima que faz com que pareça estar noutra dimensão, e que atraiu a nobreza que construiu palácios ao longo dos séculos. O resultado foi o primeiro centro de arquitetura romântica da Europa, hoje classificado como Património Mundial pela UNESCO (a primeira "paisagem cultural" da Europa a ser classificada).

Os celtas criaram aqui um culto à lua, os mouros ergueram a sua "grande muralha" e a realeza construiu os palácios de sonho. O mais extraordinário é o Palácio da Pena, que mais parece uma extravagância da Disney, mas que é uma verdadeira residência real do século XIX. Outras construções quase surreais incluem a Quinta da Regaleira, o Convento dos Capuchos e o Palácio de Monserrate, e há ainda fontes e cascatas acrescentando ao irresistível ambiente místico.
Não muito longe do centro da vila encontra-se o Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente europeu.

 

PIRIQUITA

Assim como você não pode visitar Belém sem parar nos Pasteis de Belém, não deve sair de Sintra sem experimentar alguns doces na pastelaria Casa Piriquita. Procure o travesseiro - um bolo retangular pegajoso, escamoso e doce, recheado com creme de ovo e aromatizado com amêndoas.

Esta loja de 155 anos também é conhecida por suas queijadas. Com origem na palavra queijo, que significa queijo, as queijadas são bolos redondos recheados com queijo, açúcar, ovos e canela, cercados por uma deliciosa crosta de farinha. Tente sentar-se no interior para saborear estes favoritos de Sintra com um café ou levar seus bolos para viagem.

 

FONTE DOS PISÕES

A atual Fonte dos Pisões foi erigida pela Comissão de Iniciativa de Turismo de Sintra, em 1931, e substituiu anterior tanque, com cronologia que remonta, pelo menos, à era de quinhentos, subsistindo a memória documental de ali se terem efetuado trabalhos de beneficiação já em 1651, aquando da visita de D. Luísa de Gusmão a Sintra: «Fontes — Item Com os oficiais E trabalhadores q Consertarão a fonte (...) dos pisões E a limparão».

O fontanário existente foi projetado pelo Mestre José da Fonseca e desenvolve-se a partir de estrutura semi-circular, à qual se acede através de escadeado baixo. O espaldar, ladeado por bancos corridos, está profusamente ornado com coloridos motivos geometrizastes insculpidos na própria argamassa. Ao centro, rasga-se grande círculo enquadrado pelo retilíneo alteamento do frontal patenteando painéis azulejares, assinados pela F.CA Ceramica Constancia — Lisboa, de polícroma e rotunda ornamentação.

Ali, naquela circunferência, desenvolve-se o frontal propriamente dito, de inspiração renascentista, inscrito em conjunto cerâmico e conjugando fundos lisos e friso florais, de onde emerge baixo-relevo, no qual, por entre folhagem, se animam putti, sentados numa elevação, bebendo água ou carreando pequenas bilhas e, ao centro, um outro, de pé, segura uma faixa onde se lê: SALVE. Trata-se, pois, de um elogio à água, à salubérrima água de Sintra.

Logo abaixo desta animada composição escultórica, o “monte” que sustém os putti transmuda-se na parte superior da bica por onde corre, abundante, o fresco e cristalino líquido que cai em gomada taça rectangular que, por sua vez, liberta a água para o bem aguachado tanque rasteiro destinado aos animais.

Segundo o Padre Sebastião Nunes Borges, na respetiva Memória Paroquial de 22 de Abril de 1758, a Fonte dos Pisões situava-se na saída da estrada de Sintra para Colares e apresentava uma maior corrente no Inverno, regando a sua água os pomares cimeiros, sendo aproveitada pela maioria dos moradores da vila.

 

QUINTA DA REGALEIRA

Este enigmático monumento neomanuelino é um cenário mágico composto por jardins, grutas, lagos, e um túnel com 30 metros de profundidade com uma monumental escadaria em espiral. É uma fantasia transformada em residência do milionário António Augusto Carvalho Monteiro (o grande importador de café do seu tempo) em 1892, misturando uma variedade de estilos arquitectónicos em inesperada harmonia.
Tanto o palácio como os quatro hectares do seu jardim romântico estão cheios de símbolos esotéricos, estátuas de figuras mitológicas e grutas labirínticas, criando uma experiência divertida que atrai cada vez mais visitantes de todas as idades.

 

PALÁCIO E JARDINS DE MONSERRATE

Palácio de Monserrate é um dos melhores exemplos do ecletismo europeu do século XIX. Começou por ser uma mansão neogótica construída em 1790 por um comerciante inglês, e acabou por ser habitado pelo escritor William Beckford (conhecido como o jovem inglês mais rico do seu tempo, que deixou Inglaterra depois de um escândalo homossexual) e mais tarde por Sir Francis Cook (um milionário e colecionador de arte inglês), que foi responsável pela sua arquitetura atual. O edifício mistura vários estilos, desde o neogótico ao neomourisco, e inclui uma cúpula inspirada no Duomo de Florença.
É rodeado por um parque exuberante com uma notável coleção botânica, com espécies de todo o mundo, cascatas e lagos, em grande parte obras de Beckford e de Cook. Tem também um roseiral, jardins mexicanos e japoneses, e um grande relvado em frente ao palácio.
A entrada faz-se através de um salão octogonal com uma sucessão de arcos ogivais e colunas de mármore. A partir de aí, os visitantes percorrem a biblioteca, a capela, as salas de música e de bilhar, decoradas com belos pormenores nas paredes e tetos.

 

VILA DE COLARES

Colares, antiga sede de concelho, é uma vila cuja história se perde nos confins dos tempos. Subindo pelo esplendor do verde da Serra de Sintra, contempla todo o fértil vale com o seu nome, tendo como pano de fundo o imenso oceano, invadido pelo Cabo da Roca, onde a terra acaba e o mar começa.

Dessa forma, torna-se possível fazer um atraente roteiro no centro histórico da vila, onde podemos admirar a sua riqueza histórica e patrimonial, caracterizada pelas belas igrejas, pelos palacetes das velhas quintas e pelos chalets tipicos dos finais do século XIX, que nos surgem pelo meio do casario rústico; conhecer os locais habitados por figuras iminentes da nossa cultura como Carlos França, Viana da Mota ou Veloso Salgado; falar de alguns colarenses ilustres como D. Dinis de Melo e Castro, D. Jerónimo Contador de Argote ou  José Inácio da Costa e, ainda, recordar descrições literárias de escritores e poetas, que por estas terras se fascinaram, como Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Alexandre Herculano ou William Beckford, entre tantos outros.

Este passeio termina na formosa Várzea de Colares, atravessada pelo rio das maçãs, que desagua na bela praia das maçãs, junto à linha do antigo elétrico, hoje reativado, e da Adega Regional que é o marco do muito apreciado vinho ramisco, o primeiro que Portugal exportou pelo mundo.

Estas são algumas das boas razões que convidam a vir descobrir Colares.

 

CABO DA ROCA

O ponto mais ocidental da Europa fica entre Sintra e Cascais, e é marcado por um farol de 1772 e por um padrão com as palavras do poeta Luís de Camões lembrando que aqui "a terra se acaba e o mar começa". É um dos locais mais emblemáticos de Portugal, um país sempre virado para o mar.
Para provar a presença na ponta da Europa, o posto de turismo no local vende certificados a quem visita.
Ali perto encontra-se a Praia da Ursa, uma das mais belas de Portugal pelos seus impressionantes maciços rochosos, mas de difícil acesso, pois tem-se de descer uma íngreme falésia (10 minutos para a descida, o dobro para o regresso). Encontra-se quase sempre quase deserta, pois é uma praia sem vigia ou instalações de apoio, mas é procurada por praticantes de naturismo.

 

CONVENTO DOS CAPUCHOS

Encantador e misterioso, este convento esculpido na pedra em 1560 é onde monges franciscanos viveram até 1834, e onde hoje visitantes se sentem num cenário de Alice no País das Maravilhas, atravessando divisões de dimensões chocantemente minúsculas.
A simplicidade da construção, com apenas revestimentos em cortiça, demonstra a austeridade dos monges, que privilegiavam a espiritualidade e passavam os dias em oração e meditação.

 

CHALET CONDESSA D'EDLA

O Chalet da Condessa d'Edla foi construído pelo Rei D. Fernando II e sua segunda mulher, Elise Hensler, Condessa d'Edla, entre 1864 e 1869, segundo o modelo dos Chalets Alpinos então em voga na Europa.

É um edifício com uma forte carga cénica caracterizado pela marcação horizontal do reboco exterior, pintado a imitar um revestimento em pranchas de madeira, e pelo uso exaustivo da cortiça como elemento decorativo, forrando molduras de portas e janelas, beirados, varandas e troncos de árvore adossados às fachadas para suporte de trepadeiras.

A localização do Chalet é notável pois, situado no extremo oposto do parque em relação ao palácio, mantém com este uma importante relação visual que é acentuada pela proximidade de um dramático conjunto de blocos de granito, as Pedras do Chalet, e por um vale que é sobranceiro.

Da varanda do Chalet avistava-se o mar e, das pedras, as muralhas do Castelo dos Mouros, recortando a serra e, ao fundo, o palácio. O jardim envolvente integra exóticas coleções botânicas, miradouros com vistas para o palácio, bem como para o Chalet e o Castelo dos Mouros, e espécies botânicas provenientes de todo o mundo, de que são especial exemplo os fetos arbóreos da Austrália e Nova Zelândia plantados no Vale.

 

VALE DOS LAGOS

O Vale dos Lagos do Parque situa-se no topo norte da área central da Pena, entre a encosta do Palácio (a nascente) e a encosta que dá acesso à zona da Abegoaria, Feteira da Condessa e Chalet (a poente). Encontra-se ainda delimitado a norte pelo muro da propriedade - neste estando abertos dois portões muito próximos - e a sul pelo Jardim da Feteira da Rainha, onde se encontra um outro lago, alimentado pelas mesmas águas (o Lago dos Fetos).

 

CASTELO DOS MOUROS

Construído pelos mouros no século IX, este castelo observava a costa de Lisboa e tinha passagens secretas e uma grande cisterna, vitais em caso de ataque. Na época medieval, já depois da reconquista cristã em 1147, foi construída uma igreja dedicada a S. Pedro de Canaferrim, cujas ruínas albergam atualmente objetos recolhidos nas escavações arqueológicas e mostram vídeos sobre a história do castelo.
Das muralhas do monumento tem-se uma magnífica vista panorâmica sobre Sintra, podendo-se admirar o Palacio da Pena, o Palacio Nacional de Sintra, a Quinta da Regaleira, e todos os outros palácios até à costa atlântica. É possível percorrer os cerca de 450 metros das muralhas e aceder ao topo dos cinco torreões.

 

PARQUE E PALÁCIO NACIONAL DA PENA

Este palácio de conto de fadas é um dos mais espetaculares do mundo e uma das obras mais ecléticas da Europa. Foi construído em 1840 sobre um antigo convento, que acabou por ser incorporado no novo edifício (incluindo um claustro manuelino decorado com azulejos de 1520 e uma capela do século XVI com retábulo em mármore e alabastro). É um palácio de pura fantasia, misturando elementos neogóticos, neomanuelinos, neomouriscos e neorenascentistas, criando um dos mais notáveis exemplos do Romantismo europeu. Inclui torres de vigia, uma entrada observada por um Tritão, e um interior em grande parte decorado com porcelana oriental e mobiliário europeu, tal como a família real o deixou em 1910. Na cozinha vê-se utensílios de grandes dimensões utilizados para preparar os banquetes reais.
Muitas vezes comparado com os castelos da Baviera, o Palácio da Pena é tão simbólico para Portugal como o Neuschwanstein é para a Alemanha, sendo o palácio português duas décadas mais velho que o alemão.

 

FONTE DE SÃO PEDRO

À entrada do largo, onde, no segundo e quarto domingos de cada mês, se realiza a antiquíssima feira de São Pedro, ergue-se uma fonte devotada ao patrono deste pitoresco bairro sintrão.

O fontanário, projectado pelo arquitecto Raul Lino, foi, segundo placa aposta no seu interior, oferecido pela Junta de Freguesia à Câmara Municipal, em 1928.

De concepção erudita, o edifício de planta centralizada com cúpula encimada pelas “chaves do Céu”, riscado por Lino aproxima-se bastante dos cânones arquitecturais renascentistas.

Uma colunata centrada pelo vão de acesso conduz-nos ao interior do edifício que permanece bordejado por bancos corridos forrados com azulejos a imitar o típico tapete setecentista.

A torneira, envolta num radioso sol relevado e sobrepujado por painel cerâmico similar aos já descritos, vaza em pequeno tanque de feição circular assente em coluna.

Itinerário

Itinerário

Fotos desta tour

Condições de Aluguer
  • A confirmação será recebida no momento da reserva.
  • Máximo de 2 pessoas (incluindo o condutor) por carro. O Renault Twizy é um carro de dois lugares.
  • No início do tour é necessária a realização de um depósito de segurança de 100€ (reembolsável no final).
  • Necessário Carta de Condução e Cartão de Indentificação/Passaporte válidos.
  • Crianças com menos de 4 anos não são permitidas por questões de segurança.
  • Menores de 18 anos devem estar acompanhadas por um adulto. Um assento de elevação pode ser fornecido mediante pedido, sem custos adicionais.
  • Preço final: por carro
Política de Cancelamento
  • Cancelamento Gratuito até 24h antes do ínicio da sua atividade.
  • Reembolso total do valor.
  • Possibilidade de alterar a data e hora do seu Tour (mediante disponibilidade).

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